Músicos Radamés Gnattali - Chiquinho do Acordeon - Paulinho da Viola - Maurício Carrilho - Joel Nascimento - Beto Cazes - Zé Menezes - Joaquim Santos - Dazinho - Luiz Otávio Braga - José Alves da Silva - Nelson de Macedo - João Daltro de Almeida - Márcio Eymard Mallar
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LP gravado por ocasião dos 80 anos de Radamés, tem participações especialíssimas do Chiquinho do Acordeon, Paulinho da Viola, Tom Jobim e Zé Menezes, além da Camerata Carioca e o Brasil Quarteto. O evento contou com a publicação de um libreto com arranjos do Radamés.
1 - Fazenda 83 (D G D G B D) 2 - Trilha (D G D G B D) 3 - Agreste (C A C G C E) 4 - Canto das águas (C G D Eb Bb Eb) 5 - Oriente (C A D G A D) 6 - Paz (D A Db Gb B Db) 7 - Com o sol nas mãos (D A Db Gb B Db) 8 - Eclipse (C Bb C F Bb Eb) 9 - Alvorada (C A C G C E)
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Quinto LP solo de André Geraissati (1951-2025), traz afinações diversas para as peças perfiladas nesse LP. O repertório consagra uma trajetória de dez anos de composições e registros desse violonista primoroso
1 - Rua Japerí Papito 2 - African Market Place Abdullah Ibrahin 3 - Mantra Folclore da Índia 4 - Cascavel Papito - Paulo Muylaert 5 - Top Ten - Baby
Gregory Isaacs - Caetano Veloso 6 - Não adianta chorar Mário Sève 7 - Carnaval Paulo Steinberg 8 - Patu Papito 9 - Deus Xangô Astor Piazzolla
Músicos
Marcos Suzano - Paulo Muylaert - Lui Coimbra - Papito Mello - Mário Sève
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Disco de estreia do grupo, já mostrava a que veio, misturando a música brasileira ao jazz, à música erudita e ao rock, entre outras vertentes. A versão de Baby é simplesmente deliciosa!
1 - Gente humilde 2 - Gracioso 3 - Um rosto de mulher 4 - Sinal dos tempos 5 - Meditação 6 - Tristezas de um violão 7 - Enigma 8 - Choro triste nº 2 9 - Esperança 10 - Lamentos do morro 11 - Naqueles velhos tempos
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Bellinati é um violonista e compositor brasileiro, paulistano, nascido em 1950. Estudou música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e no Conservatório de Genebra. Notabilizou-se como membro do fabuloso grupo Pau Brasil, atuou ao lado de nomes como Edu Lobo, Chico Buarque, Johnny Alf e Hermeto Pascoal.
Aqui temos um registro icônico com peças de Garoto, sem data de lançamento e financiado por fabricantes de automóveis. Há também o mesmo repertório gravado e com faixas editadas na mesma ordem, pelo saudoso selo Marcus Pereira, datado de 1986. Não sabemos quem veio primeiro, adotamos arbitrariamente o ano da postagem. O encontro de Bellinati com Garoto é, como escreve Irati Antonio no encarte: genial!
1 - Tacho (Mixing pot) 2 - Missa dos Escravos (Slaves Mass) 3 - Aquela valsa (That waltz) 4 - Cannon (Dedicated to Cannonball Adderley)
5 - Chorinho pra ele (Little cry for him) 6 - Escuta meu piano (Just listen)
7 - Geleia de cereja (Cherry jam)
Bônus do CD 8 - Campo aberto (Open field) 9 - Pica Pau (Take 1) 10 - Star Trap (Part 2)
Músicos Airto Moreira - Hermeto Pascoal - Hugo Fattoruso - Laudir de Oliveira - Raul de Souza - Ron Carter - David Amaro - Flora Purim - Alphonso Johnson - Chester Thompson
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Terceiro álbum solo de Hermeto, um dos que mais gosto. Os adjetivos sublime e provocador ainda são pouco para definir esse LP. Na dúvida, chame "zabelê pra poder te conhecer".
1 - Floydiana Marco Antônio Araújo 2 - Alegria Marco Antônio Araújo
3 - Adágio Marco Antônio Araújo 4 - Quando a sorte te solta um cisne na noite Marco Antônio Araújo 5 - Pop music Marco Antônio Araújo
Faixas da Edição em CD 6 - Ilustrações Marco Antônio Araújo 7 - Cavaleiro - Trilha do Balé Cantares Marco Antônio Araújo 8 - Sonata para Cello e Violão Marco Antônio Araújo
Músicos
Marco Antônio Araújo - Mário Castelo - Ivan Corrêa - Alexandre Araújo - Antônio Maria Pompeu Viola - Max Magalhães - Eduardo Delgado - Oiliam Lana
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Esse é o segundo álbum de Marco Antônio Araújo. Obviamente, as referências à banda Pink Floyd são literais em algumas faixas. Mas não é algo que diminua a produção desse grande músico, falecido tão precocemente. O diálogo entre o rock progressivo e a música erudita com sotaque mineiro garante a marca de originalidade de Araújo. Essa postagem contém as faixas do LP (com a ordem original), além dos bônus da edição em CD. Conforme atesta Paulo Roberto de Andrade, autor da biografia “Marco Antônio Araújo – Entre a música e o silêncio”, lançada em agosto de 2023, ainda há muitas peças inéditas, em número suficiente para três álbuns. Oxalá, em breve, sejam disponibilizadas para a nossa alegria.
Esse disco é marcado por ideias da infância, é quase um álbum de memórias das sensações, das euforias, dos medos e das descobertas, embalado por um conjunto com notórios e competentes músicos.
Naná Vasconcelos - Egberto Gismonti - Orquestra Sinfônica de Rádio de Stuttgart - Mladen Gutesha
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Quarto álbum de Naná Vasconcelos, nesse registro figura o mestre da percussão solando majestosamente com o seu berimbau, a percussão fina e vocais intrincados ao lado de orquestra e de Gismonti.
Aqui temos a fusão de dois grandes LPs, gravados em 1973, editados em um CD, em 1992. As três primeiras faixas são do primeiro disco do Naná, Africadeus, as seguintes do LP do trio Naná Vasconcelos - Nelson Ângelo - Novelli.
Nessa época os três estavam envolvidos com a produção de Milton Nascimento.Naná e Novelli fizeram parte do Som Imaginário, uma banda que foi muito mais que banda de apoio (lançou três discos sob a liderança de Wagner Tiso). Naná tocou com muita gente, dentro e fora do Brasil, inclusive com Geraldo Vandré no show Caminhando, em 1968 (proibido pela censura).
Esses registros dos dois LPs dão conta de uma produção experimental, dialogando com a tradição da percussão colada ao canto típico das manifestações populares que formaram Naná. A faixa "Seleção de Folclore" é uma grata demonstração de que a tradição e a experimentação estão de mãos dadas, ao mesmo tempo a "modernagem se emparelha" na canção "Tiro Cruzado": eis o violão sincopado e o órgão com clima progressivo de Nelson, embalado pela vibração do baixo de Novelli.
Músicos Vera Figueiredo - Hermeto Pascoal - Gê Cortes - Itamar
Collaço - Arismar Do Espírito Santo - Derico Sciotti - Alex Frontera -
Silvia Goes - Ed Côrtes - Rubinho Chacal - Maurício de Souza - Valdir
José Ferreira - Mônica Côrtes - Fernanda Pecchio - Roberto Queiróz -
Sérgio Oliveira
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Vera é paulistana, nascida em 1957, estudou entre 1975 e 1977 no CLAM, tendo aulas com Rubens Barsotti, baterista do Zimbo Trio. Hoje, sendo musicista, compositora, produtora e professora, é reconhecida baterista dentro e fora do Brasil. Este é o seu disco de estreia, pós grupo Kali. Realizado em um momento em que a música amargava a introdução estéril de baterias eletrônicas, Vera, na contramão, mostrava a que veio com o seu furor criativo. Curiosidades: além de arranjos e participação de Hermeto Pascoal, aqui também figura Derico, mais conhecido por participações em famoso programa televisivo, entre 1990 e 2016.
1 - Himalaia Edson Natale - Alex Braga 2 - Naávu: Javassarê Edson Natale - Carmina Juarez 3 - Pé pra fora Edson Natale 4 - Aboio Edson Natale 5 - Cantiga para ninar um viking Edson Natale 6 - A rosa Fernando Figueiredo - Adaptação: Edson Natale 7 - Rosa Tuco Marcondes 8 - Dharana Alex Braga 9 - Umbi Edson Natale 10 - Guerreiros do arco íris Alex Braga 11 - O astronauta Roberto Gomes - Toninho Mattos
Músicos Edson Natale - Maurício Pereira - Alex Braga - Fernando Moraes - Grupo Beijo/Coral da USP - Carmina Juarez - Edu Lopes - Carlos Pérren - Alberto Marsicano - Natália Barros - Tuco Marcondes - Roberto Gomes - Toninho Mattos - André Geraissati
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Esse é o terceiro disco "solo" do Edson Natale. Assim como nos anteriores realizados com o Dharana, os arranjos reiteram em grande medida os duetos entre violão e violino, além de incluir em algumas faixas performances vocais, com letras ou não. O resultado soa bastante agradável e o tempo tem agido para valorizar (inclusive os preços) das produções do início da carreira desse violonista.
Músicos Egberto Gismonti - Valdecir - Luiz Alves - Mauro Senise - Robertinho Silva - Ubiratan - Neném - Gaya - Pareshi - Vidal - Daltro - José Alves - Walter Hack - Carlos Eduardo - Paschal Perrotta - Marcello - Aizik - André Guettá - Nathércia - Persani
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Este é o 12º LP do Egberto Gismonti, trazendo-o ainda cantante com letras de Geraldo Carneiro e com participações de vozes femininas. Destaque-se a participação curiosa de Wanderleia, para quem a tem restrita ao repertório da Jovem Guarda. Embora o repertório seja primoroso, penso que as faixas instrumentais e os arranjos se destacam.
Romance ibérico do Séc. XVI, recriado por Antônio José Madureir 3 - Mourão
Guerra Peixe 4 - Toada e Desafio
Capiba
5 - Ponteio Acutilado
Antônio Carlos Nóbrega 6 - Repente
Antônio José Madureira 7 - Toré
Antônio José Madureira 8 - Excelência
Tema nordestino de canto fúnebre, recriado por Antônio José Madureira
9 - Bendito
Egildo Vieira do Nascimento 10 - Toada e Dobrado de Cavalhada
Antônio José Madureira 11 - Romance de Minervina
Romance nordestino, provavelmente do Séc. XIX, recriado por Antônio José Madureira 12 - Rasga
Antônio Carlos Nóbrega
Músicos
Antônio José Madureira - Viola caipira Egildo Vieira do Nascimento - Pífano e Flauta Antônio Nóbrega - Rabeca e Violino Edison Eulálio Cabral - Violão Fernando Torres Barbosa - Percussão
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Esse é o primeiro LP do Quinteto Armorial, com esse trabalho belíssimo, que funde a música de câmara com a cultura popular tradicional nordestina, o grupo ganhou o Prêmio APCA como o "Melhor Conjunto Instrumental do Ano".
Extras na versão CD 7 - Entr'Act I & II 8 - Floydiana II
Músicos Marco Antônio Araújo - Grupo Mantra (Ivan Correa - Antonio Viola - Mário Castelo - Eduardo Delgado - Alexandre Araújo) - Philip Doyle - Edmundo Maciel - Edson Maciel - Amilton Pereira - Mauricio Silva
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Marco Antônio Araújo (1949-1986) foi um instrumentista, compositor e arranjador nascido em Belo Horizonte (MG). Em 1968 integrou o grupo Vox Populi, juntamente com Zé Rodrix, Fredera e Tavito, músicos que mais tarde formariam o Som Imaginário, conjunto que deu base ao shows e gravações de Milton Nascimento nos anos 1970 e que também tem a produção de LPs próprios.
Entre 1970 e 1973, Marco Antônio Araújo esteve por Londres, período em que esteve em contato direto com a produção psicodélica e o início do rock progressivo, influências perceptíveis em toda sua obra. De volta ao Brasil ingressou na carreira acadêmica, na produção de trilhas para espetáculos de dança e, em 1977, integrou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Entre 1981 e 1985 produziu os seus álbuns com músicas autorais. Em 1986, no dia seguinte à sua morte, receberia o prêmio de melhor instrumentista do ano pela Revista Veja (sim, nem sempre a Veja foi completamente coxinha).
Esse LP de estreia é fiel ao título, as influências vão do folk ao rok progressivo e atravessam as faixas. Por falar em faixas, nessa postagem seguimos o ordenamento do LP e acrescentamos as faixas extras presentes no CD.
1 - Aquarela do Brasil Ary Barroso 2 - No caminho das pedras F. Melo - L. Bueno 3 - Pede moleque! F. Melo - L. Bueno 4 - Vida de rua F. Melo - L. Bueno 5 - Na cola do sapateiro F. Melo - L. Bueno 6 - Telhado de estrelas F. Melo - L. Bueno 7 - Te vejo num sinal vermelho F. Melo - L. Bueno 8 - Surfando no trem F. Melo - L. Bueno 9 - Missa na Candelária F. Melo - L. Bueno 10 - Mocinho ou bandido F. Melo - L. Bueno
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Esse é o quinto álbum do Duofel, foi lançado três anos após a chacina da Candelária, ocorrida na capital do Rio de Janeiro, segundo as investigações do caso, realizada por milicianos. O caso chocou a nação, pois ceifou a vida de oito crianças e jovens (entre 11 e 19 anos).
Nesse disco instrumental do duo de violões composto por Melo e Bueno se pretende um diálogo entre as melodias e a triste memória dos que foram dizimados, entre a perenidade lamentável do abandono de amplos setores da infância e da juventude à situação de rua e a esperança de dias melhores para os filhos do povo trabalhador.
1 - Romançário Antonio Madureira 2 - Valsa de fim de tarde Antonio Madureira 3 - Valsa de Salão Antonio Madureira 4 - Acalanto Rodolfo Stroeter 5 - Cantiga Rodolfo Stroeter 6 - Estrela Brilhante Antonio Madureira 7 - Ecos Antonio Madureira 8 - Solidão Antonio Madureira 9 - Rugendas Antonio Madureira 10 - Vaga Música Antonio Madureira 11 - Alma Antonio Madureira 12 - Mira Antonio Madureira 13 - Aiuasca Antonio Madureira
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Reproduzo o texto de Agnaldo Farias, presente no encarte desse CD, uma concisa análise dessa obra.
"A economia de meios, o caráter despojado e exato com que as composições de Antonio Madureira saem da tradição, da suave inércia das melodias que estão impregnadas em nossa memória, para se lançarem em direção as fronteiras da linguagem musical, demonstram a transcendência do "movimento armorial", do qual ele foi um dos protagonistas. Embora concisa, não nos enganemos, trata-se de uma poética polifônica, que se plasma em várias vozes. E certo que neste Romançário só duas comparecem: o violão do próprio Madureira e o contrabaixo de Rodolfo Stroeter. Vozes à primeira vista inconciliáveis, dado que em resposta à seiva oferecida pela cultura popular nordestina trazida por Madureira, seiva que o levou ao memorável Quinteto Armorial, Stroeter apresenta o ecletismo voraz paulistano. O interesse disparado sobre as mais variadas culturas musicais do mundo, sempre feito sob as bases de um conhecimento sólido de nossa própria música, como, aliás, bem demonstra seu trabalho junto ao grupo Pau Brasil. Por isso é que é tão fascinante a maneira como se enlaçam, como o som produzido por ambos vão se confrontando no espaço e no tempo, num jogo em que a conjura entre ambos oscila entre a mescla uníssona e a distância irremissível.
Frequentemente cada composição tem seu início em temas evocativos, com o violão trazendo à tona cantigas vagamente familiares, pertencentes a um fundo atávico, evocações de um tempo em que o Brasil ainda se definia pela sua intensa geografia e por cidades moldadas na cordialidade entre as pessoas. Valsas e modas vão assim se construindo em frases cuja singeleza crispa-se levemente com o timbre metálico do violão. Os fios metálicos vão se entretecendo e enquanto se projetam para o alto, vergam-se sob o peso das notas do contrabaixo. Seja como um tecido inconsútil, enredado pelo atrito entre os fios do arco e as cordas do instrumento, seja como degraus fabricados pelos pizzicatos para que o som desça contaminando-se de silêncio, por esses momentos nada que o contrabaixo produz indica distâncias. Durante esses primeiros momentos a música vai avançando lisa, entoada por vozes enleantes.
Quando então a harmonia se rompe. Do âmago do que já conhecíamos, daquilo cujo andamento já mentalmente adivinhávamos, irrompe, brusco, o inaudito, o surpreendente. As vozes afastam-se em dissonâncias e em superposições onde cada uma não quer mais a mistura, a fusão na outra; espelho que se recusa ao fabrico do igual. Agora é comum o contrabaixo recusar-se a criar o fundo onde o violão finca suas pegadas. Como também assistimos ao deliberado emaranhamento dos fios que o violão vai desenovelando no espaço. Esta, talvez, a lição de Madureira e Stroeter: de como, palmilhando o tranquilo caminho da memória, é possível topar-se de súbito com o impossível. Venha ele sob a forma de uma melodia que ainda não conseguimos apreender, venha ele sob o forma de silêncio."
1 - Arpoador Armandinho - Dadi - Gustavo - Mu 2 - Na onda do Rio Armandinho 3 - Tigreza Caetano Veloso 4 - De tarde na Liberdade Moraes - Haroldo 5 - A cor do Som Dadi - Marcelo 6 - Sambavish Pepeu 7 - Espirito Infantil Mu 8 - Bodoque Túlio Mourão 9 - Conversando é que a gente se entende Armandinho 10 - Odeon Ernesto Nazareth 11 - Pique Esconde Armandinho - Dadi - Gustavo - Mu
Músicos (A cor do som) Armandinho Macedo - Dadi Carvalho - Gustavo Schroeter - Mu Carvalho (ritmistas) Joãozinho - Ari - Nenem
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Esse é o primeiro LP do grupo A cor do som com a formação que à época já vinha acompanhando os membros dos Novos Baianos, seja no conjunto ou em seus trabalhos solos. Armandinho vinha de trabalhos com o Trio Elétrico Armandinho, Dadi vinha dos Novos Baianos, Gustavo passou pelo grupo A Bolha e Mu veio da Banda do Zé Pretinho. Nesse disco instrumental encontramos a música brasileira misturada com o rock e o jazz de forma muito criativa e competente.
1 - Colheita do trigo Nivaldo Ornelas - André Dequech 2 - Sentimentos não revelados Nivaldo Ornelas Participação: Milton Nascimento 3 - Nova Lima Inglesa Nivaldo Ornelas 4 - Sorriso de criança Nivaldo Ornelas 5 - Rock novo Nivaldo Ornelas 6 - Adeus à infância Pierre Luc Vallet 7 - Cello romanceado Nivaldo Ornelas 8 - 12 de outubro Nivaldo Ornelas
Músicos Paulinho Braga - Luizão Maia - David Ganc - Nivaldo Ornelas - Pierre Luc Vallet - Flávio Venturini - Zé Nogueira - João Baptista - Eveline Hecker - Tavito - Túlio Mourão - Robertinho Silva - Bira da Silva - Nelson Faria - Patrícia Regadas - Mingo Araújo - Rubinho Moreira - David Ganc - Sidinho Moreira - Don Chacal - Paulinho Trompete - Beto Lopes - Cid Ornelas
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Nivaldo Ornelas é mineiro de Belo Horizonte, nasceu em 1941, de uma família de músicos, iniciou os estudos musicais aos 12 anos. Passou pelo acordeón, pelo clarinete e, em 1963, definiu-se pelo sax tenor. Chegou ao Rio de Janeiro em 1965 com uma leva de mineiros da sua geração que marcariam a música brasileira, como Paschoal e Wagner Tiso. Além de sua carreira solo, Nivaldo Ornelas acumula trabalhos preciosos com músicos como Airto Moreira, Hermeto Paschoal, Milton Nascimento, Wagner Tiso e Egberto Gismonti.
Esse é o sexto LP de Nivaldo Ornelas, precioso som mineiramente universal.