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domingo, 18 de setembro de 2016

Terra Boa - 1983 - Alzira Espíndola

Postagem original: 08/12/2007




1 - Terra Boa
letra e música: Almir Sater e Paulo SImões
2 - Nossa Senhora do Pantanal
Letra: Orlando Antunes Batista
Música: Alzira Espíndola
3 - Pai da Natureza
Letra e Música: Alzira Espíndola
4- Luzmarina
Letra e Música: Alzira Espíndola


Músicos
Alzira Espíndola: voz e violão de base
Orlando Brito: violão de 12 cordas base e solo (charango em "Pai Natureza")
Pedro Ortale: violão base e solo (baixo acústico em "Terra Boa")
Marcos Mendes: baixo acústico (charango em "Terra Boa")
João Silvestre da Silva "Centavo": acordeón em "Terra Boa" e "Pai Natureza"
Praticipação especial de Orlando Brito


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Alzira Maria Miranda Espíndola cantora, compositora e instrumentista sul-mato-grossense, iniciou sua carreira musical em 1977, com a gravação e lançamento do LP "Tetê e o Lírio Selvagem" (Polygram), grupo do qual fazia parte com seus irmãos Tetê, Geraldo e Celito.

Em 1980, após a dissolução do Lírio, estréia no show "Vozes e Violas", com Almir Sater, Passoca, grupo Bendegó, em São Paulo.


Em 1983
lança o compacto duplo "Terra Boa" pelo selo
sul-mato-grossense Bem Nosso (esse que está aqui).

Em 1987
, inicia sua carreira solo, grava o primeiro LP "Alzira Espíndola", produzido por Almir Sater. Alzira neste disco reúne vários compositores da região Centro Oeste, uma música inédita de Renato Teixeira "Homem não chora" e algumas canções autorais, sendo "Vejo a Vida" em parceria com Arrigo Barnabé. 


Pessoalmente prefiro essa fase "pantaneira" sob a influência de Almir Sater e outros da terra, mas a guinada para as experimentações com Itamar Assumpção também é legal.
O Homem Traça diz: ROAM!

Nossa Senhora do Pantanal

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Alzira Espíndola - 1987

Postagem original: 09/12/2007
 


 
1- Fluir
Alzira Espíndola
2 - Arar Terra
Divino Arbués
3 - Ave Marinha
Renato Teixeira - Almir Sater - Capenga
4 - Luzmarina
Alzira Espíndola
5 - Vejo a vida
Alzira Espíndola - Arrigo Barnabé
6 - Homem não Chora
Renato Teixeira
7 - Rio Fatal
Alzira Espíndola
8 - Geração
Guilherme Rondon - Paulo Simões
9 - Terra Boa
Almir Sater - Paulo Simões
10 - Soom
Alzira Espíndola

Músicos
Almir Sater; Alzira Espíndola; André Geraissati, Carlão de Souza; Capenga; Elias Almeida; Guilherme Rondon;Hamilto R. Grieco; Luís Lopes; Luís Brasil; Papete; Pedro Ivo Lunardi; Zé Gomes.
 
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Primeiro LP solo da Alzira Espíndola, sob a direção de Almir Sater, na maioria das faixas segue uma poética rural e temáticas pantaneiras, como nas produções anteriores junto dos irmãos Espíndola.
 
O Homem Traça diz:ROAM!


Arar terra


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Gereba Convida - 1993

Postagem original: 19/12/2007
 

1 - Telma
(Gereba) 
Jota Gê
2 - Cinema de caixa de papelão
(Gereba - Pingo de Fortaleza - Nelson Augusto - Guaracy Rodrigues)
Ná Ozzetti
3 - Falsa 
(Gereba - Guca Domênico)
Alzira Espíndola 
4 - As horas mortas 
(Gereba - Tuzé Abreu)
Suzana Bello
5 - Três por acaso
(Gereba - Capinan)
Tetê Espíndola
6 - Meu segredo 
(Gereba - Abel Silva)
Bernadete França 
7 - La nave va 
(Gereba - Capinan)
Neuza Pinheiro 
8 - Pagar pra ver
(Gereba - Renato Teixeira) 
Mirian Mirah 
9 - Tom Brilhante 
(Gereba - Tuzé Abreu)
Vânia Bastos 
10 - Adoração 
(Gereba - Salgado Maranhão - Carlos Pita) 
Roze 
11 - Valsa Derradeira
(Gereba - Capinan)
Cida Moreyra
12 - Duas Pedras
(Gereba - João Bá)
Marlui Miranda
13 - Libido
(Gereba - Capina) 
Cássia Eller
14 - Vida Modesta
(Gereba - Capinan)
Virgínia Rosa 
15 - No pé da escada 
(Gereba - Patinhas)
Gereba 
16 - Gamboa 
(Gereba)
Toninho Ferraguti

Músicos

Violão: Gereba
Acordeon: Toninho Ferragutti
Clarineta: Jota Gê
Vozes: Cássia Eller, Tetê Espíndola, Vânia Bastos, Cida Moreyra, Ná Ozzetti, Mirian Mirah, Virgínia Rosa, Bernadete França, Roze, Alzira Espíndola, Suzana Bello, Neuza Pinheiro, Marlui Miranda, Gereba.

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"O violão de Gereba tem uma das sonoridades mais raras e mais puras que conheço. É um violão feminino, terno, materno, matreiro, brasileiro. Surpreendente doçura dissonante. Capaz de encantar pessoas tão genialmente dessemelhantes como Smetak e Cartola. Ambos, para íntimo deleite e felicidade pessoal, por mim a ele apresentados. Os dois, com palavras diversa, disseram praticamente a mesma coisa: o violão e as canções de Gereba abraçam uma alma brasileira que cada vez mais se oculta, mas que jamais desaparecerá. Muito menos agora, quando, com a cumplicidade de algumas das mais lindas vozes femininas do Brasil, dão um suave abraço no eterno. Dilermando, Zé do Apolônio (nosso menestrel tucanense), Ermita, João Gilberto e as Smetakianas cabaças microtomizadas respingam timbres e achados luminosos. Fico feliz que nosso HAISAMBAKAINIANO "No pé da escada" tenha virado PAR LUI-MÊME. Isso me transporta para um velho casarão baiano, 23 anos atrás, onde esta canção nasceu e tudo parecia estar começando." J. Santana Filho (Patinhas)

"Como o meteoro Bendegó, o menestrel Gereba apareceu aqui no planeta Terra lá pelos confins do sertão da Bahia, onde o diabo perdeu as botas e Deus parou prá descansar no sétimo dia. Pois foi por lá, pagando promessa na escadaria do santuário de Monte Santo e escutando muito samba canção na difusora da praça principal da vila, que o violeiro tomou conhecimento de uma entidade íntima. Essa visita amiga à intimidade poética de Gereba é um passeio pela alma interiorana do Brasil, pela verdadeira natureza deste país." José Nêumanne Pinto, escritor e jornalista.

"Gereba, que bom ouvir você depois de tanto tempo. E ouvir de verdade, em tantas canções bonitas que você compôs, com boa doçura brasileira. Aplaudi, tocando a fita que recebi, jóias como "Três por Acaso" sua com Capinan, na voz de Tetê Espíndola, e "Adoração".
Mas a peça que mais me comoveu foi "Gamboa", de uma grande pureza musical. É composição bem sua e, me parece, em caminho novo ao mesmo tempo. Abraço do amigo Callado." Antônio Callado, escritor e jornalista.

As três citações acima fazem parte do "pobre encarte" deste CD, editado pela RGE, com uma produção gráfica muito rebaixada para os padrões de hoje. Mas não falta beleza às composições de Gereba e às participações especiais de tanta gente boa! A maioria das moças são ainda hoje desconhecidas do grande público brasileiro, com exceção da Cássia Eller. Essa, no entanto,
em 1993, ainda estava em seu segundo disco, era uma nobre desconhecida...

O Homem Traça diz: ROAM!



Libido