Embora a capa não ajude muito, pois é bem básica (pra dizer o mínimo), o som que esse LP traz é dos mais criativos. Mesmo a regravação de À Nova Estrela - cujos registros anteriores podem ser encontrados em gravações do Som Imaginário no LP de 1971 (Posições) e no LP de 1973 (Matança do Porco, com o nome de A No 2) - tem um arranjo num patamar elevado.
Egberto Gismonti - Rao Kyao - Grupo Vissungo (Espírito Santo, Pedro do Cavaco, Samuka, Lula, Laércio Lino, Naval) - João Carlos Assis Brasil - Nana Caymmi
04 - O louco exército rosa (Do Filme "Tanga, Deu No New York Times")
05 - Cubanin em Manhatan (Do Filme "Tanga, Deu No New York Times")
06 - A freira e o cangaceiro (Do Filme "Besame Mucho")
07 - Tema de Olga (Do Filme "Besame Mucho")
08 - O Grande Mentecapto (Abertura: Infância/Letreiros Do Filme "O Grande Mentecapto")
09 - Menino Viramundo e o trem (Do Filme "O Grande Mentecapto")
10 - Violeiros (Do Filme "Inocência")
11 - Humberto Mauro (Do Filme "O Grande Mentecapto")
12 - Sedução De Corina (Do Filme "Ele, O Boto")
13 - Filho de boto e a menina (Do Filme "Ele, O Boto")
14 - Cego Elias e os Profetas (Do Filme "O Grande Mentecapto")
15 - Fuga brega (Do Filme "Ele, O Boto")
16 - Pescaria e desespero do Velho (Do Filme "Ele, O Boto")
17 - O capinzal e o roseiral (Do Filme "O Grande Mentecapto")
18 - A matança do porco (Do Filme "Os Deuses E Os Mortos")
19 - Henfil em Nova York (Do Filme "Tanga, Deu No New York Times")
Participação
Milton Nascimento - MPB4 - Golden Boys
Músicos
Wagner Tiso - Ari Sperling - Maurício Gaetani - Ricardo Silveira - André Sperling - Alfredo Vidal - Glauco Fernando - José Dias Lana - Oscar Durand Outes - Carlos Eduardo Hack - Ernani Bordinhão - Jorge Faini - Walter Hace - Henrique Niremberg - Frederich Stephany - Eduardo Roberto Pereira - Luiz Fernando Zamith - Jorge Ranevisky - Rudolf Krupa - Paulo Guimarães - José Carlos de Castro - Antônio Elmo Bruno - Ary Paulo da Silva - Ismael de Oliveira Jr - Gesse Sadoc Nascimento - Eliseu Moreira Costa - Ricardo Prado - Maestro Gaya
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Em 1989, compôs a trilha sonora para uma série de seis documentários realizados pelo Projeto Educação e Trabalho, do Ministério da Educação de Portugal. O LP “Cine Brasil” registra diversas músicas de Wagner Tiso escritas para o cinema. Esse disco mostra a grande diversidade de Tiso, desfraldando timbres que vão dos sintetizadores à viola caipira.
Maria Lúcia Godoy - Milton Nascimento - Coral Pro-Arte
Músicos
Tavinho Bonfa - Luizão - Nelsinho - Chico Batera - Marku Ribas - Altamiro Carrilho - Aizik Meilach Geller - Alfredo Vidal - Arlindo Figueiredo Penteado - Geraldo Pereira Mello - Giancarlo Pareschi - Jorge Faini - José Alves da Silva - José Dias de Lana - Márcio Eymard Mallard - Murilo Loures - Wagner Tiso - Walter Hack - Zdenek Svab - Peter Dauelsberg - Sandrino Santoro
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Mineiro de Três Pontas, nascido em 1945, Wagner Tiso iniciou a carreira em 1964 com Paulo Moura. É um dos principais instrumentistas brasileiros, além de arranjador e compositor. Consagrado na turma do Clube da esquina, fez diversas trilhas sonoras para cinema e acompanhou importantes nomes da MPB, tais como Milton Nascimento, Flora Purin, Arito Moreira.
Segundo a página Rolling Stone, o Som Imaginário foi "formado na década de 70 originariamente para acompanhar Milton Nascimento, ...responsável por uma sonoridade inclassificável dentro da chamada linha evolutiva da música popular brasileira. Em três discos, um soando totalmente distinto do outro, delineou-se um estilo único e jamais repetido posteriormente. A formação inicial contava com Wagner Tiso (piano e órgão), Tavito (violão), Luiz Alves (baixo), Robertinho Silva (bateria), Frederyko (guitarra) e Zé Rodrix (órgão, percussão voz e flautas). Em diversas épocas de seu curto espaço de existência (de 1970 a 1975), outros músicos passaram pela banda: Laudir de Oliveira e Naná Vasconcelos (percussão), Nivaldo Ornelas (saxofone e flauta), Toninho Horta (guitarra), Novelli (baixo), Paulinho Braga (bateria) e Jamil Joanes (baixo)." A revista ainda adianta que em 2012 teremos algumas apresentações desses maravilhosos músicos, reagrupados para aparições mais que especiais.
Destaco Nepal, pois é uma canção irreverente que diverte e nos dá vontade de agir coletivamente para transformar a realidade em algo muito diferente da barbárie que nos aflige, afinal...
"No Nepal o ar é cristalino e a verdade vem dentro dos ventos e o carinho rende juros fortes e o povo vive só de renda Te convido companheira amada a fugir para o Nepal comigo"