1 - Central do Brasil Antônio Pinto 2 - O trem Antônio Pinto 3 - Toada e desafio Capiba 4 - Sai, pirralho Jaques Morelenbau 5 - Saída de trem Antônio Pinto 6 - Atropelamento Antônio Pinto 7 - Central Antônio Pinto 8 - Insônia Jaques Morelenbaum 9 - Toada e desafio (caminhão) Capiba 10 - Conversa Antônio Pinto 11 - Despedida Antônio Pinto 12 - Toada e desafio (casa de Jesus) Capiba 13 - Matinal Antônio Pinto - Jaques Morelenbaum 14 - Toada e desafio (estrada) Capiba 15 - Correio Jaques Morelenbaum 16 - Porteira Antônio Pinto 17 - Milagres Autor desconhecido 18 - Toada e desafio (fotografia) Capiba 19 - Vem comigo Jaques Morelenbaum 20 - A carta de Dora Antônio Pinto 21 - Preciso me encontrar Candeia (canta Cartola)
Músicos Jaques Morelenbaum - Cello Antônio Pinto - Piano Edu Morelenbaum - Piano Marcos Suzano - Percussão Siba - Rabeca Luiz Brasil - Violão, Viola de 10 cordas e Bandolim
Orquestra Violinos - Giancarlo Pareschi, João daltro de almeida, Bernardo Bessler, Michel Bessler, José Alves da Silva, Walter Hack, Ricardo amado, Paschoal Perrotta Viola - marie Christine S. Bessler, Jesuína Passaroto Cello - Marcio Mallard, Jorge Ranevsky Contra-Baixo - Denner campolina Regência, Orquestração e Arranjos - Jaques Morelenbaum e Antônio Pinto
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Assisti esse filme em 1998 e recentemente foi reapresentado na TV, na madrugada do dia 25 de dezembro. A família empanturrada da ceia de natal, já dormindo e eu ali vendo esse filme novamente...
Sei que é um filme meloso para muitos e chocante para outros, mas não vou entrar no mérito. Aqui o que me importa é minha experiência pessoal com o filme e sua trilha sonora. Só sei que depois de ver esse filme eu sempre choro (acreditem traças uma vez ou outra também choram). Na primeira vez foram 15 minutos de choro sem controle ao lado da sala de cinema!
A esperança do garoto em encontrar o pai, a comunicação falha pelas cartas e pelo analfabetismo, fizeram-me recordar dos longos períodos longe de meu falecido pai, que na época, escrevia cartas a mim, o primogênito, delegando responsabilidades e alimentando a esperança na base do "volto já".
As músicas da trilha mantêm o espírito da coisa, esperança, desespero, humanização e desumanização, são palavras que permeiam as melodias deixando-nos nostálgicos e com saudades da inocência que pegara o trem e jamais voltou.
01 - La lampara de Edison Tico Terpins - W. Baillot - B. Bond 02 - Ruiseñor brasilero Tico Terpins - Billy Bond 03 - Mexico lindo Tico Terpins 04 - Boeing 723897 Tico Terpins
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"Um dos grandes nomes do rock brasileiro (“amadrinhado” pela cantora Aracy de Almeida) e precursor da atitude punk, o grupo paulistano Joelho de Porco foi formado em 1972 por Tico Terpins (ex-Os Baobás), Walter Baillot, Próspero Albanese, Conrado Assis e Rodolfo Ayres Braga. Em 1973, com o vocalista (e ator) Ricardo Petraglia, gravou o compacto simples “Se Você Vai de Xaxado, Eu Vou de Rock And Roll/Fly America”, produzido pelo ex-Mutantes Arnaldo Baptista. Dois anos depois, o Joelho lançou seu primeiro LP, “São Paulo 1554/Hoje”, um dos mais elogiados discos da época, misturando rock pesado e referências tropicalistas em faixas como “Boeing 723897” e “Mardito Fiapo de Manga”. Em 1976, entrou o vocalista argentino Billy Bond, com quem a banda partiria para uma linha mais agressiva, próxima do punk rock que explodia naquela mesma época na Inglaterra. Em 1977, o Joelho gravou LP homônimo e pouco tempo depois, encerrou suas atividades. Tico Terpins partiu para o mercado dos jingles publicitários, montando o estúdio Audio Patrulha. Com Próspero e o cantor e compositor Zé Rodrix (ex-Sá, Rodrix e Guarabira), ele logo remontou o Joelho, que voltou ao disco em 1983 com o LP duplo “Saqueando a Cidade”, das músicas “Vigilante Rodoviário”, “Vai Fundo” e “Funicoli, Funicolá” (versão roqueira da tradicional canção italiana). Com o vocalista e fotógrafo David Drew Zingg, a banda ganhou o prêmio de melhor letra do Festival dos Festivais da TV Globo (1985) por “A Última Voz do Brasil”. Em 1988, o Joelho de Porco lançou o LP “18 Anos Sem Sucesso”, com repertório do pop americano pré-rock. Em 1998, Tico Terpins morreu de enfarte." Texto emprestado do Blog Lágrima Psicodélica. EP´s eram discos promocionais em 45 rpm, utilizados para divulgação em rádios e coisas assim. O curioso desse, é o fato de as músicas serem cantadas em castelhano, com exceção de "Boeing 723897", mas mesmo assim essa faixa traz alguns incrementos feitos em estúdio, diferentes da gravação do LP original.
Esse, segundo o nosso amigo Cris - que gentilmente cedeu uma versão mp3 de sua gravação em cassete -, é um lendário disco de 1988 gravado pela Rosa Passos e lançado apenas no exterior. Há pouca informação sobre a produção, nada na rede, mas o Cris diz que participaram da gravação Helio Delmiro, Gilson Peranzzetta, Luizão Maia, Paulo Braga, sendo a produção artística do Sérgio Natureza, além da participação do João Bosco na faixa "Vim sambar" e do Emílio Santiago em "Samba sem você".
Em tese, seria o segundo LP de Rosa, mas é preciso registrar que há controvérsias sobre se esse apanhado de canções se trata do disco gravado em 1988, que nunca foi lançado oficialmente. Sérgio Natureza, diz que a gravação aconteceu, mas os produtores executivos - o italiano Cesare Benvenutti e o francês Joel Leibowitz - apenas usaram duas ou três das faixas da fita original, misturando-as e lançando-as ilegalmente em coletâneas pela Europa no fim dos anos 1990. Várias das canções aqui encontradas também constam, com outras versões, no CD Pano pra manga, de 1996.
Achei interessante essa contribuição pelo ineditismo. Esse disco de 1988, uma possível gravação européia, não consta nem no sítio da Rosa Passos! Como o disco não tem capa, pois não foi lançado, a capa usada aqui é uma "versão" do CD Amorosa de 2004.
01 - "Mebasi", Jeu Vocal
02 - Etudes De "Jodls"
a) une voix
b) deux voix
c) trois voix
d) cinq voix
e) huit voix
03 - Sequénces Polyphoniques
a) cinq voix et tambour
b) et c) choeur et percussions
04 - Sequénces Polyphoniques (Suite)
05 - Chant Et Sanza
06 - Dialogues Avec Les Esprits
a) Kosé
b) Tsinghi
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A região do Gabão foi saqueada por vários povos da Europa desde o século XV. Os portugueses passaram por lá e escravisaram. A burguesia Francesa se perpetua como agente imperialista desde o fim do séc. XIX. A princípio, a França administra o Gabão diretamente, usando a "paulada na moleira" e o artifício chamado África Equatorial Francesa, uma federação que durou até 1959. Hoje El Hadj Omar Bongo é presidente, no poder desde 1967, um exemplo democrático, posto que está em franca colaboração com os interesses do capital.
Enquanto isso, nos últimos anos, assistimos o povo Venezuelano, Boliviano e Equatoriano, serem acusados de anti democráticos por se mobilizarem, forçando seus governos a se contraporem, ainda que parcamente, aos interesses do imperialismo estadunidense.
Na visão dessa Traça que vos fala, aqui e acolá, o que deve ser respeitado é o princípio de autodeterminação dos povos. Uma possível tradução da polifonia musical para a política e sistemas de governo.
Segundo a wikipédia, um pigmeué um membro de qualquer grupo humano cujos machos adultos tenham menos de 150 cm, na altura média. Os pigmeus africanos são conhecidos particularmente pela sua música vocal, caracterizado por uma polifonia densa, execução em grupo e improvisação. A maior parte dos seus instrumentos são simples e portáveis, adaptados a um tipo de vida tradicionalmente nômade.
Em tempo: este disco é um empréstimo da minha amiga leonina Estela.