domingo, 21 de maio de 2017

Patrulha do Espaço - 1982


01 - Colúmbia
Santana
02 - Bomba
Santana - Castello - Chermont
03 - Jeito agressivo
Santana - Castello - Chermont
04 - Festa do Rock
Depose - Castello
05 - Mar metálico
Kehl - Castello
06 - Cão vadio
Santana - Castello - Chermont
07 - Transcendental
Santana
08 - Meus 26 anos
Terpins - Baillot

Músicos
Dudu - Júnior - Sérgio

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A banda paulista, Patrulha do Espaço, estreou com Arnaldo Baptista no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo, em 1977. Arnaldo Baptista saiu em 1978, foi substituído por Percy Weiss nos vocais e a Patrulha realizou a gravação de seu primeiro álbum, um disco independente. Entre 1979 e 1985, a banda se consolidou como um valoroso trio de hard rock brasileiro. Chegaram a abrir os shows do Van Halen em janeiro de 1983, realizado no Ginásio do Ibirapuera. Durante esse período, gravaram três álbuns e um EP. Em 1985 contou com a participação do guitarrista argentino Pappo (Pappo's Blues, Riff e Aeroblus), que resultou na gravação do álbum Patrulha 85.

O dito renascimento do Rock Brasileiro, içado pela grande mídia com as bandas que mimetizavam o new wave e o pop, obscureceu a história de muitas bandas que vinham de outras propostas remanescentes dos anos 1970, seja com estéticas mais pesadas ou experimentais, mantendo a sua produção no ostracismo até o sufocamento. Apesar disso, a Patrulha do Espaço deixou a sua marca e continua sendo uma referência.

O Homem Traça diz: ROAM!


Bomba


domingo, 14 de maio de 2017

Picapau Amarelo - 2003 - João Bá

Postagem original: 24/12/2011


1 - Pica-pau-amarelo
João Bá 
2 - Reforma agrária dos anuns 
João Bá - Vidal França
3 - Cachoeira do Aracá
João Bá
4 - Estrada de Ouro
João Bá - Gereba
5 - 500 anos de mandioca (Mãedioca)
João Bá - Pereira da Viola
6 - Romance de Bartira
João Bá - Julian Tirado
7 - Bixo-da-seda
João Bá - Galba
Texto: Lagarta Bonita - João Bá
8 - O menino e o Peixe-boi
João Bá -Barretinho
9 - Abrolhos
João Bá -Lila
10 - Himalaia
João Bá 
11 - Anatomia Brejeira
João Bá - Vidal França
12 - Sombra (canção para os Cavaleiros Templários)
João Bá - Dércio Marques
13 - Rio Correntina 
João Bá - Lila
14 - Coluna Prestes
João Bá 
15 - Jacobina 
João Bá - Guru Martins 

Músicos
João Bá - Kátya Teixeira - Lila - Naná Correia - Danilo Marques - João Henrique - Jade Monalisa - Leo Bertelli - Luiza Abrantes - Jaqueline - Jacke Silva - Alessandra Estrela - Dani Lasalvia - Vidal França - Turcão - Jica - Oswaldinho do Acordeon - Pereira da Viola - Gereba - Julian Tirado - Mazé - Giba Araújo - Aissa Martins - Priscila Tessarini - Giovana Razuk - Gabriel Levi - Léo Bertelli - Barretinho - alexandre Calamari - Manoel Pacífico - Ciça Barreto - Du Barreto - Toninho Carrasqueira - Dinho Nascimento - Dércio Marques

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O Homem Traça diz: ROAM!


Reforma agrária dos anuns

Que moda! - 1979 - Passoca

Postagem original: 24/02/2008




01 - Pirapora
Antônio Celso Duarte
02 - Bicho de pé
Passoca - Renato Teixira
03 - Vida de operário
Marumby - D. Hilário Nhô Néco
04 - Guacyra
Hekel Tavares - Joracy camargo
05 - Que moda!
Passoca - Antônio Celso Duarte
06 - Viola braguesa
Passoca
07 - Ver/de/coração
Passoca - Touche
08 - Era na era
Passoca
09 - Pressa de violeiro
Passoca - Antônio Celso Duarte
10 - O pardal
Passoca

Músicos
Sérgio "Mineiro", Carlão de Souza, Fauso Aguiar, Rodolpho Grani Jr., Dudu Portes, Cláudio Bertramy, Luiz Roberto Oliveira, Edmund Raas, Carlos Alberto, Grace Hendersson, Salvador Masano, Lambari, Antônio Del Claro, Pinheiro, Evandro, Roberto Sion

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Marco Antônio Vilalba, ou simplesmente Passoca (corrompendo propositalmente a ortografia "oficial"), nasceu em Santos, SP, em 21 de novembro de 1949. Cresceu em Ribeirão Pires e é formado em arquitetura.

"Quando estudante, sofreu influências da música de João Gilberto e Chico Buarque. Nos anos 1970 tocou no grupo
Flying Banana. Tocou bateria e violão, trocando esses instrumentos pela viola no final dos anos 1970, influenciado por Renato Teixeira e Almir Sater. Fez aberturas de shows de Ednardo e do grupo Bendegó." Fonte

Em 1978 lançou o primeiro compacto simples com as músicas "
Cão vadio" e "Sombras". Em 1979 lançou seu primeiro LP, "Que nada!". Sua música é marcada pela mistura de elementos da música "caipira" paulista e as influências da vida urbana.

O Homem Traça diz: ROAM!

   

Era na era

sábado, 13 de maio de 2017

PIAP - 1987



01 - Log Cabin Blues
George Green
02 - Variações rítmicas
Marlos Nobre
03 - Estudo para instrumentos de percussão
Camargo Guarnieri
04 - Ionisation
Edgard Varèse
05 - Second contruction
John Cage
06 - Third Construction
John Cage

Músicos
John Boudler - Alcides Trindade - Alfredo Lima - Carlos Eduardo Di Stasi - Catarina Domenici - Claudia Sgarbi - Eduardo Gianesella - Fernando Iazzetta - Luiz roberto Sampaio - Ricardo Righini - Richard Fraser - Sérgio Gomes 

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Eis o primeiro disco do PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes do Planalto), um celeiro de grandes percussionistas brasileiros! Aqui temos o resultado do II Prêmio Eldorado de Música, raramente concedido à música para percussão, mesmo para um grupo constituído numa universidade pública conceituada como a UNESP. Nesse LP temos de ragtime à música contemporânea, um repertório que ouvidos apurados e experimentalistas não podem deixar passar.

O Homem Traça diz: ROAM!

Log Cabin Blues

domingo, 7 de maio de 2017

Chico Canta Calabar - 1974 - Chico Buarque




01 - Prólogo
Chico Buarque - Ruy Guerra
02 - Cala a boca, Bárbara
Chico Buarque - Ruy Guerra
03 - Tatuagem
Chico Buarque - Ruy Guerra
04 - Ana de Amsterdam
Chico Buarque - Ruy Guerra
05 - Bárbara
Chico Buarque - Ruy Guerra
06 - Não existe pecado ao sul do Equador - Boi voador não pode
Chico Buarque - Ruy Guerra
07 - Fado tropical
Chico Buarque - Ruy Guerra
08 - Tira as mãos de mim
Chico Buarque - Ruy Guerra
09 - Cobra de vidro
Chico Buarque - Ruy Guerra
10 - Vence na vida quem diz sim
Chico Buarque - Ruy Guerra
11 - Fortaleza
Chico Buarque - Ruy Guerra

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Trilha sonora da peça teatral Calabar: o elogio da traição, escrita por Ruy Guerra e Chico Buarque, proibida pela censura da ditadura civil/militar (1964/1985), esse LP também traz as suas marcas sofridas pela ausência de democracia do período. Com a peça impedida de estrear em 8 de novembro de 1973, o disco seguiu com trecho de letras e palavras amputadas. O título original, que preservamos, foi limitado a Chico Canta, poi o acréscimo da palavra Calabar foi atribuída à sigla CCC, alusão ao Comando de Caça aos Comunistas. Em "Fado Tropical" a palavra sífilis teve de ser substituída por  "shishshis". A letra de "Vence na vida quem diz sim" teve desaparecer do encarte e a capa original foi substituída por uma capa branca numa segunda prensagem.

As canções são belíssimas, dirigidas por Dory Caimmy e arranjadas por Edu Lobo. 

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Bárbara