domingo, 28 de outubro de 2012

Grupo Galpão - 1993
trilha sonora dos espetáculos 

Romeu & Julieta - A Rua da amargura


Postagem original: 20/12/2007





Romeu e Julieta
01 - Flor minha flor 

02 - Maninha 
03 - Lua branca
04 - Cinzas
05 - Flor minha flor
06 - É a ti flor do céu
07 - Ondas do Danúbio
08 - Amo-te muito 
09 - Flor, minha flor 
10 - Última estrofe 
11 - É a ti, flor do céu 
12 - Vinheta 
13 - Flor, minha flor 
14 - Flor, minha flor (instrumental)



A rua da amargura


15 - Aleluia 
G.F. Haendel (adaptação: Ernani Maletta) 
16 - Romã, romã 
Antônio José Madureira - Ronaldo C. de Brito e F. Assis de Souza Lima 
17 - Na chegada desta praça 
Folclore da região de Carmo do Rio Claro 
18 - Os sinos de Belém 
Sobre motivo de "Jingle Bells" 
19 - Adeste fidelis 
Anônino (adaptação: Ernani Maletta) 
20 - Pastorinhas de Belém 
Folclore da região de Carmo do Rio Claro 
21 - Xote dos anjos 
Folclore da região de Carmo do Rio Claro (adaptação:Fernando Muzi) 
22 - José 
Georges Mustaki (vrsão: Nara Leão) 
23 - Adeus, oh gente boa 
Folclore da região de Carmo do Rio Claro 
24 - Romã, romã 
Antônio José Madureira - Ronaldo C. de Brito e F. Assis de Souza Lima 
25 - Queremos Deus 
Domínio Público 
26 - Canto da Samaritana 
Eduardo Garrido 
27 - Pecador, agora é tempo 
Domínio Público 
28 - Panis angelicus 
César Franck (arranjo: Ernani Maletta) 
29 - Coração Santo 
Domínio Público 
30 - Canto da via sacra 
Domínio Público 
31 - O beija-flor e a borboleta 
Antônio José Madureira - Ronaldo C. de Brito e F. Assis de Souza Lima 
32 - Lua 
Mabel Veloso - Roberto Mendes (arranjo: Ernani Maletta)



Músicos/Atores 
Antônio Edson - Beto Franco - Chico Pelúcio - Eduardo Moreira - Inês Peixoto - Júlio Cesar Maciel - Rodolfo Vaz - Teuda Bara - Wanda Fernandes - Lydia del Picchia - Paulo andré - Simone Ordones - Bia Braga - Arildo de Barros


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"Há um momento em que o texto silencia para dar lugar ao canto. A representação e o drama transmutam-se em rito e lírica a verticalizar o espectador. Ao introduzir-se na peça, a música captura a palavra do texto e a faz girar como uma broca, afilando-se para dentro da terra e para dentro do céu. Aí fixado, esse eixo gira o mundo e dispõe nossas almas em uníssono, num redemoinho que concentra a vida e a projeta no êxtase da voz para o universo os deuses e o silêncio do futuro que nos escuta. Ao instalar-se o teatro, na rua ou no palco, o Coro já convida à comunhão entre os atores e a platéia, cuidando de renová-lo, através da música, por todo o espetáculo. O bumbo, o violão, a gaita, a flauta, o sax, o acordeão e o canto imantam as falas, a luz, o figurino e o cenário até fazê-los saltar do palco e ressoar na geometria interior dos ecos de seu público. Quando a cena final se desmancha e o Coro se vai, é através desses hinos que o teatro resiste no nosso imaginário, a invocar não só as cenas vistas como aquelas em que, num lampejo, prometemo-nos viver.

O Galpão não é um grupo musical. Faz teatro e é para prolongar esse teatro que ele produz este disco: nas suas músicas repercute o espetáculo visto e que não mais se repetirá. Ao ouvi-las o espectador modula as falas, refaz o cenário, intensifica a luz marca os gestos, recompõe os figurinos. Enfim, ele se dá em papel, passa a contracenar com o mundo e a dirigir a peça da vida que lhe cumpre encenar. Eis, em tuas mãos, o último instrumento do Coro: um sino, cujas badaladas criam em torno de si o redemoinho de acordes pelos quais se procura compassar a vida afora.

Por ele, este disco, o teatro do Galpão resiste e se entrega a ti. Aproveita-o: Romeu, Julieta e Cristo estarão, sempre a te ouvir."
Cacá Brandão, no encarte do CD.


Em 1992 assisti o espetáculo "Romeu e Julieta" apresentado na praça da Sé, em São Paulo, e depois no palco do Teatro Municipal. Foi uma grande surpresa! Depois em 1994 assisti ao "A rua da amargura", mesmo sendo ateu, emocionei-me com a paixão da personagem, principalmente pelo empenho de homens e mulheres, que no palco descortinaram, através do trabalho, o seu exemplo de fé pela vida e pelo teatro.

As histórias são conhecidas e mesmo que você não tenha assistido essas montagens do Galpão poderá acompanhar a trama através das canções populares. Mas cuidado, eu sei de gente que chora desde 1993 quando ouve essas músicas. Prepare seu coração!

Pra saber do grupo: Aqui!

O Homem Traça diz: ROAM!




Flor minha flor

6 comentários:

Tatit disse...

Mas que maravilha hein!!!
:)

Entrei aqui e lembrei desse seu canto cheio de traça, ó:
http://milvinil.multiply.com

Acervo bem do bom também!

Homem Traça disse...

Valeu a dica!

Adriana Vieira da Costa disse...

Confesso que tentei ouvir o cd do grupo mas, a emoção ressurgiu como há quinze anos atrás.
É muita nostalgia para mim!
beijos.
Dri

Homem Traça disse...

A música tem dessas coisas...
Não diga que eu não avisei... rsrsrs

Valeu a visita!

Cantos Encantos disse...

oi
como baixo este disco?
eu clico e cai em um site, que pede para se cadastrar,
e em seguida pede o numero do meu cartao de credito, fiz algo errado?
já tentei varias vezes, e sempre cai na mesma pagina...
tem que pagar algo?

pode me ajudar?

obrigada
seu blog e muito bom

claudia

Homem Traça disse...

0 - ROAM! e a página "LIX.IN"

Tudo começa clicando no link que fica abaixo de cada texto postado - O Homem Traça diz: ROAM! (esta palavra é o link!) A página então vai para a "Lix.in" que é uma proteção do link, clique no botão "continue"(vez ou outra aparecem letras pra copiar). Agora vamos ao processo com cada tipo de provedor.

1 - No Rapidshare:

Clique no botão Free, espere a contagem regressiva até que apareçam letras e números numa figura e reproduza-os no espaço abaixo a ser preenchido. E, por fim, clique no botão download.

Para os outros guarda-arquivos há um link no canto esquerdo da página ensinando "como baixar os discos".

Obrigado pela visita!
Abraços