segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pappo's Blues - 1971
Postagem original: 23/01/2008


1 - Algo ha cambiado
2 - El viejo
3 - Hansen
4 - Gris y amarillo
5 - Adios willy
6 - El hombre suburbano
7- Especies
8 - Adonde esta la libertad


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Paulada na moleira! Isso foi o que senti quando ouvi pela primeira vez esse disco. Essa é uma banda Argentina de pauleira (hard rock para os entendidos... rsrsr) pra agitar a cabeleira até cansar, sem dever nada pra o que estava rolando à época nos "States" e Europa. É claro que um grupo ou outro das praias de cá sempre trazia uma pauleira em seus discos como "A hora do cabelo nascer" dos Mutantes e "Barra Lúcifer" dos Novos Baianos. Mas o terrível é saber que nesse mesmo momento, no Brasil, não tinhamos em cena, pelo menos registrado em disco, algum grupo que se pudesse caracterizar como hard rock da pesada.

Agora a semelhança de "Aluga-se" do Rauzito, gravada em 1980, e rif's de "Saravá" dos Mutantes, gravada em 1971 e as pirações do Led Zeppelin com trechos da faixa "Adonde esta la libertad" serão meras coincidências? Ouçam e tirem suas conclusões sobre o Pappo's!

"Pappo, cujo nome real era Norberto Pappo Napolitano, começou sua trajetória na música ainda no final dos anos sessenta, tocando em uma das primeiras formações do LOS ABUELOS DE LA NADA, com o qual registra apenas um compacto. Pouco tempo depois participa de alguns álbuns do LOS GATOS, além de ocasionalmente tocar com o LA PESADA DEL ROCK & ROLL e o lendário MANAL, considerada uma das maiores bandas de Rock da Argentina.
Mas somente na década seguinte é que ele formaria um dos maiores grupos roqueiros da América Latina: o PAPPO'S BLUES, com o qual registra sete maravilhosos trabalhos entre 1971 e 1978, além de outros posteriores.
Inicialmente o power-trio contava com Pappo no vocal e guitarra, David Lebon no baixo e Black Amaya na bateria, formação esta que registraria os dois primeiros discos, chamados apenas "Pappo's Blues" de 1971 e "Pappo's Blues - Volumen 2", de 1972... O disco de 1971 é mono, mas conta com excelentes composições, incluindo uma que considero uma verdadeira pérola: "A donde esta la libertad." Fonte

O Homem Traça diz: ROAM!



A donde esta la libertad

VA - Coletânea Sessions Brasil - 2013






01 - Tambor De Abertura 
Poesia Na Brasa [repres. Circula Saraus]
02 - B.M.C.K.M 
B.M.C.K.M(prod. Kleber Milo) [repres. Combogroove]
03 - Uma Nova Proposta 
Projeto Fora Do Padrão - (part. J-Unior - prod. Isac Soul) [repres. Sessão Inédita]
04 - Pilotando O Bonde   
Raphão Alaafin & Rocha Miranda [repres. Live Sessions]
05 - Nobre Folia
Sertanília [repres. Sessão do Brasil]
06 - Ilustríssima Rosa 
Lews Barbosa [repres. Circula Saraus]
07  - O Que Eu Tenho Pra Dizer 
Izzy Gordon[repres. Funk N’ Soul]
08 - Ouviram Do Ipiranga Um Grito De Esperança 
Kamarão, Maurício Gomes, Pedrinho Batucada, Cássio De Oliveira & Boné [repres. Sessão do Samba]
09 - Ela É Favela 
Banda Aláfia feat. Lurdes Da Luz [repres. Combogroove]
10  - Você Vai Lembrar 
Mayara Flow (prod. BASE Mc) [repres. Sessão Inédita]
11 - Assim Que Se Faz 
Primeira Função part. D- Cazz (prod. BASE Mc) [repres. Live Sessions]
12 - Flores Da Revolução 
Paulo Rams (prod. BASE Mc) [repres. Circula Saraus]
13 - Boca Miúda 
Camiranga feat. Marcelo Pretto [repres. Sessão do Brasil]
14 - Multicheiro 
Di Melo [repres. Funk N’ Soul]
15 - Convulsão 
Bá Kimbuta [repres. Sessão do Samba]


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A Rádio Sessions Brasil iniciou suas atividades em 2011, idealizada para disseminar a cultura urbana e sua pluralidade por meio de uma grade de programação variada, passa pela música popular e alternativas do Brasil e no mundo. A Coletânea Rádio Sessions Brasil celebra um ano de rádio com essa compilação, a qual é dedicada a Dj Lah - Conexão Do Morro (in memorian). Esses artistas são constantes na programação e representam a ‘cara’ da rádio.

O disco mescla os ritmos regionais com a sonoridade urbana e se destaca pela diversidade apresentada, do Rap ao Samba, é a poesia quem dá a unidade. Cada faixa representa parte da programação da rádio, o que se pode conferir aqui!

Destaco "Boca Miúda" do grupo Camiranga, faixa abrilhantada por Marcelo Preto (A Barca/Barbatuques).

O Homem Traça diz: ROAM!



Boca Miúda 
La bala - Victor Jara
Postagem original: 23/12/2008



01 - La bala
02 -
Qué lindo es ser voluntario
03 -
Marcha de la construcción (Marcha de los trabajadores de la construcción)
04 -
Parando los tijerales
05 -
El desabastecimiento
06 -
Oiga pues Mijita
07 -
Obreras del telar
08 -
Vientos del pueblo
09 -
Aquí me quedo
10 -
Venían del desierto
11 -
Se me ha escapado un suspiro
12 -
Doña María le ruego
13 -
Entonces me voy volando
14 -
Décimas por nacimiento
15 -
Adios, Adios mundo Andino (Adiós mundo indino)

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Provavelmente, esta é uma das mais difundidas gravações de Victor Jara e não está em nenhuma discografia. Prova de que a história de Victor Jara deve ser contada por pessoas, não pelas empresas discográficas. Esta é uma fita cassete, sem data ou registro de quem fez a seleção altamente politizada e difundida no mercado popular de mão em mão nos anos 80, sob as barbas da mesma ditadura que assassinara Jara em 73.

Cá está Vitor Jarra para inspirar: trabalhador, olho vivo, para não pagar pela crise inventada/sustentada por seu patrão!

Vientos del pueblo
(Víctor Jara)

De nuevo quieren manchar

mi tierra con sangre obrera

los que hablan de libertad

y tienen las manos negras.


Los que quieren dividir

a la madre de sus hijos
y quieren reconstruir
la cruz que arrastrara Cristo.

Quieren ocultar la infamia

que legaron desde siglos,

pero el color de asesinos

no borrarán de su cara.


Ya fueron miles y miles
los que entregaron su sangre
y en caudales generosos

multiplicaron los panes.


Ahora quiero vivir

junto a mi hijo y mi hermano
la primavera
que todos
vamos construyendo a diario.

No me asusta la amenaza,

patrones de la miseria,
la estrella de la esperanza
continuará siendo nuestra.


Vientos del pueblo me llaman,

vientos del pueblo me llevan,

me esparcen el corazón

y me aventan la garganta.


Así cantará el poeta

mi entras el alma me suene

por los caminos del pueblo

desde ahora y para siempre.


Ventos do povo
(Victor Jara - Tradução: google e Homem Traça)

De novo querem manchar
Minha terra trabalhadora com sangue
aqueles que falam de liberdade
e têm as mãos negras.

Os que querem separar
a mãe dos seus filhos
e queremos reconstruir
a cruz que arrastara Cristo.

Eles querem esconder a infâmia
herança de séculos
mas a cor de assassinos
não saiu de seu rosto.

Foram milhares e milhares
aqueles que deram o seu sangue
e generoso fluxo
multiplicado os pães.

Agora eu quero viver
com o meu filho e meu irmão
a Primavera
que estamos construindo dia a dia.

Eu não tenho medo de ameaças,
dos patrões da miséria,
a Estrela da Esperança
continuará a ser nossa.

Ventos do povo me chamam,
ventos do povo me levam,
apaziguam-me o coração
e me arejam a garganta.

Assim cantará o poeta
enquanto a alma soa para mim
os caminhos do povo
agora e sempre.

O Homem Traça diz: ROAM!




Vientos del pueblo

Durante o Verão - A Barca do Sol - 1976
Postagem original: 24/02/2008



01 - Durante o verão
Nando e Geraldo carneiro

02 - Hotel Colonial

Maurício Costa e Geraldo carneiro

03 - A língua e a bainha

Beto Rezende - Nando e Geraldo Carneiro

04 - Os pilares da cultura

Jaques Morelenbaum - Geraldo Carneiro

05 - Karen

Alain Pierre Magalhães

06 - Memorial day

Nando carneiro - Carlos Pádua

07 - O Banquete
Jaques Morelenbaum - Geraldo Carneiro

08 - Belladonna, Lady of the rocks

Nando e Geraldo Carneiro

09 - Outros carnavais

Jaques Morelenbaum - Geraldo Carneiro


Músicos
Nando Carneiro - Violão e vocal
Muri Costa - Violão, viola e vocal
Jaquinho Morelenbaum - Violoncelo, violino e vocal
Alain Pierre - Baixo acústico e elétrico
Marcelo Costa - Percussão
Beto Resende - Percussão, viola, violão e guitarra
Marcelo Bernardes - Flauta

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O Homem Traça diz: ROAM!




Outros carnavais

domingo, 24 de fevereiro de 2013

The aerosol grey machine
Van der Graaf Generator - 1969
Postagem original: 06/07/2009


1 - Afterwards
2 - Orthenthian St

3 - Running Back

4 - Into A Game

5 - Ferret and Featherbird

6 - Aerosol Grey Machine

7 - Black Smoke Yen

8 - Aquarian

9 - Giant Squid

10 - Octopus

11 - Necromancer


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Há alguns dias minha amiga Estela me visitou e trouxe três LP's importados do Van der Graaf. LP's comprados a prestação, só levados pra casa após a última parcela. Durante a adolescência era comum ficarmos na mão dos lojistas de discos.

Enfim, Estela me trouxe suas novas contribuições ao Criatura de Sebo. Convenceu-me a postar essa banda com as seguintes afirmações: "você é o meu último amigo que
ainda gosta de rock progressivo" e "daí que já tem Van der Graaf em outros blog's, ainda não foi postado no Criatura". Comovido, cá estou eu roendo os belos trabalhos do VGG. Começemos pelo começo...

"O grupo se formou em 1967 enquanto seus integrantes estudavam na Universidade de Manchester. O trio era composto por Peter Hammill (vocais, guitarra), Nick Pearne (órgão) e Chris Judge (bateria e instrumentos de sopro). Eles conseguiram um contrato com uma gravadora, lançando apenas um compacto ("The People You Were Going To") antes de se separarem no final de 1969. Pearne foi substituído por Hugh Banton. No final de 69 um novo Van der Graaf Generator foi formado durante a gravação de um álbum que originalmente pretendia ser um lançamento solo de Hammill, "The Aerosol Grey Machine".

Algumas mudanças de formação (e no estilo do som do grupo, rotulado de obscuro e pesado) estabilizariam o Van der Graaf, que viajou em turnê intensa no começo dos anos 70. Em 1972 dificuldades financeiras minaram a carreira do grupo e Hammil seguiu carreira solo, apesar de seus antigos companheiros continuarem contribuindo com ele. No final dos anos 1970 o Van der Graaf passou por várias saídas e entradas de integrantes novos e antigos, o que ocasionalmente desestabilizou a carreira do grupo. A formação clássica de Hugh Banton, David Jackson, Guy Evans e Peter Hammill retornou em 2003. Esta reunião levou os músicos a considerarem o retorno de vez aos palcos."
(texto a partir da wikipédia) Mais informação, aqui!

O Homem Traça diz: ROAM!



Aerosol Grey Machine

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Intercontinental! quem diria!!era só o que faltava!!!
Itamar Assumpção - 1988



1 - Sutil
Itamar Assumpção
2 - Adeus Pantanal 
Itamar Assumpção
3 - Pesquisa de mercado I 
Itamar Assumpção
4 - Oferenda 
Itamar Assumpção
5 - Sexto sentido 
Ricardo Guará - Itamar Assumpção
6 - Pesquisa de mercado II 
Itamar Assumpção
7 - Ouça-me 
Alice Ruiz - Itamar Assumpção
8 - Maremoto 
Itamar Assumpção
9 - Não há saídas 
Regis Bonvicino - Itamar Assumpção
10 - Mal menor 
Itamar Assumpção
11 - Zé Pelintra 
Itamar Assumpção - Waly Salomão
12 - Perdidos nas estrelas 
Arrigo Barnabé - Itamar Assumpção
13 - Parece que foi ontem 
Itamar Assumpção
14 - Homem-mulher 
Itamar Assumpção
15 - Ausência 
Ademir Assunção - Itamar Assumpção
16 - Filho de Santa Maria 
Paulo Leminski
17 - Pesquisa de mercado III 
Itamar Assumpção
18 - Espírito que canta 
Paulo Tovar - Itamar Assumpção

Músicos
Denise Assunção - Paulo Lepetit - Gigante Brasil - Luiz Waak - Alzira Espíndola - Tetê Espíndola - Neuza Pinheiro

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Esse é quarto disco do Itamar Assumpção, o primeiro por uma gravadora convencional. Ouvi dizer que alguns torcem o nariz por esse fato, mas o texto de Paulo Leminski justifica o novo suporte da coerente produção independente de Itamar: "Muito mais gente merece ouvir os 24 quilates deste artista idem. Afinal, Itamar depende ou independe? Depende." 

Essa fase coincide com a excursão pela Alemanha. Lembro de ir ver o espetáculo de despedida na Sala Guimar Novaes (Funarte) e o disco anunciava, o Nego Dito é Intercontinental! Pra quem gosta de lembrar muito mais coisas dessa carreira fabulosa é só assistir ao filme "Daquele instante em diante", do Rogério Velloso. Aqui você encontra Itamar fazendo samba, uma performance marcante da Tetê Espíndola e superparcerias com Leminski, Alice Ruis e Waly Salomão.

Depois do lançamento do LP já vi três versões em CD. A mais recente faz parte da Caixa Preta. Mas a primeira versão em CD foi feita junto com o primeiro disco da Ná Ozzetti e, talvez por falta de espaço, a última faixa foi excluída. Aliás, as crias do Itamar já sofreram bastante inclusive nas gravadores "independentes", com esdrúxulos reordenamentos de faixas (aconteceu com o Beleleu da Baratos&Afins) e a condensação de três LP's em dois CD's (Bicho de Sete Cabeças também da Baratos&Afins).

Segue uma amostra do talento do Rogério Velloso, com um clip feito para a música "Espírito que canta".

O Homem Traça diz: ROAM! ROAM!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Live from Bahia - 1992 - Larry Coryell




1 - The Harbor (O porto)
Dory Caymmi
2 - Old City New City
Larry Coryell
3 - The Crab Peddler (O Peddler Caranguejo)
Dori Caymmi
4 - Oshum Goddess Of Love (Oxum, deusa do amor)
Donald Harrison
5 - Bloco Loco
Larry Coryell
6 - Panamá
Billy Cobham
7 - Bahian Night Walk [live] (Baiana Night Walk)
Nico Assumpção - Luiz Avellar - Márcio Montarroyos
8 - Gabriela's Song (Canção de Gabriela)
Dori Caymmi
9 - Vera Cruz
Milton Nascimento

Músicos
Larry Coryell - Dori Caymmi - Romero Lubambo - Billy Cobham - Donald Harrison - Marcio Montarroyos  - Luiz Avellar - Nico Assumpção - Mônica Millet - Tião Oliveira -Bashiri Johnson -- Francisco Centeno

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Larry Coryell é um guitarrista estadunidense que transita em várias escolas do jazz. Passou pelo jazz-rock, tocou com parte da nata do seu instrumento, como em 1980 no "Meeting of the Spirits" com John McLaughlin, e Paco de Lucia. Coryell é daqueles que dialogam, influenciou músicos brasileiros e se influenciou por eles. O disco que temos aqui é classificado como fusion, mas não é nada menos que a música brasileira, a qual Larry veio beber na fonte, passando pela Bahia e outras paragens tupiniquins.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Vera Cruz

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Cauim - Ednardo - 1978


1 - C'lareou
Ednardo
2 - Meu Violão é um Cavalo
Ednardo
3 - Amor de Estalo
Ednardo - Brandão
4 - Duas Velas
Ednardo - Brandão
5 - Rendados
Ednardo - Tânia Araújo
6 - Rasguei o teu Retrato
Cândido das Neves (Índio)
7 - Cauim
Ednardo
8 - Bloco do Susto
Ednardo
9 - É Cara de Pau
Ednardo - Brandão
10 - Terezina 40 Graus
Ednardo
11 - Canção dos Vagalumes
Ednardo

Músicos
Ednardo - Pepeu Gomes - Wilson Cirino - Waldir Gomes - Jorginho Gomes - Luiz Carlos Tolentino - Ife - Teles - Sérgio Boré - Jorge José

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Esse é o quarto disco solo de Ednardo. Em 1978 os shows eram acompanhados pela projeção do filme homônimo, um documentário sobre o Maracatu Cearense, dirigido pelo próprio Ednardo. O espetáculo, ao passar por Brasília, teve o filme "editado" pelos sensores da ditadura militar, mas mesmo assim foi aproveitado nas apresentações. 

O disco é todo acústico e conta com a participação de vários músicos que, à época, participavam dos Novos Baianos. Destaco a canção Rendados, uma saga de amor e perdição.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Rendados

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Os Borges - 1980
Postagem original: 17/12/2007


01 - Em Família
( Borges / Márcio Borges)
Os Borges
02 - Carona
(Marilton Borges)
Borges / Marilton Borges/Gonzaguinha
03 - Voa Bicho
(Telo Borges / Márcio Borges)
Solange Borges / Borges / Telo Borges
04 - Um Sonho na Correnteza
( Borges / Márcio Borges)
Borges / Solange Borges / Borges
05 - Ainda
(Telo Borges / Márcio Borges)
Telo Borges / Borges / Marilton Borges
06 - O Sapo
(Tradicional / Adpt. Salomão Borges)
Borges / Os Borges / Lúcio Alves
07 - Eu Sou Como Você É
( Borges)
Marilton Borges / Borges
08 - Outro Cais
(Marilton Borges / Duca Leal)
Borges / Elis Regina
09 - No Tom de Sempre
(Chico Lessa / Márcio Borges)
Chico Lessa / Borges
10 - Qualquer Caminho
(Márcio Borges)
Márcio Borges / Borges / Marilton Borges
11 - Daniel
(Nico Borges / Solange Borges)
Borges / Solange Borges
12 - Pros Meninos
(Nico Borges / Duca Leal)
Borges / Nico Borges

Músicos
Cesar Camargo Mariano, Chico Lessa, Clarinha, Elis Regina, Ezequiel, Frederiko, Gonzaguinha, Guilherme Arantes, Helvios Vilela, , Marçal, Maricota, Marilton, Mário Castelo, Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Nico, Nivaldo Ornellas, Paulinho Carvalho, Paulo Maranhão, Rubinho, Salomão, Solange, Telo, Toninho do Carmo, Toninho Horta, .

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O Clube da Esquina número três! Não oficialmente, mas tá aí o espírito de reunião do grupo e "Em família" já dá o tom logo de saída, pra não dizer que exagero.

O Homem Traça diz: ROAM!



Em família