terça-feira, 21 de abril de 2015

Azul e Encarnado - Ednardo - 1977



01 - Está Escrito
Ednardo
02 - Pastora do Tempo
Ednardo
03 - Cantiga do Bicho da Cerca (Cantiga de Ninar)
Ednardo (adaptação)
04 - Somos Uns Compositores Brasileiros
Ednardo
05 - Boi Mandingueiro
Ednardo - Brandão
06 - Cheros e Choros
Ednardo
07 - Receita Da Felicidade
Ednardo
08 - Como É Difícil Não Ter 18 Anos
Ednardo
09 - Armadura
Ednardo
10 - Maresia
Ednardo
11 - Fênix
Ednardo
12 - Fio da Meada
Ednardo - Brandão
13 - Ideias
Ednardo


Músicos


Arranjos - Ednardo com ajuda de Mario Henrique e palpites de Robertinho de Recife e Túlio Mourão e Murilo 
Hareton Salvanini em "Maresia"
Violão e Percussões - Ednardo 
Guitarra / Viola Portuguesa / Cítara - Robertinho de Recife 
Baixo e Percussões - Mário Henrique 
Piano e Teclados (arp strings) - Túlio Mourão
Viola de 10 cordas em "Maresia" - Manassés
Flautas Transversal e Bloch - Isidoro Longano - (Bolão) 
Cordas - Elias Sion / Caetano Fineli / Gisbert Izquierdo / Jorge Salin/Mário Tomasoni / Felix Ferrer / Sbarro / Paulo Lattaro/Michel Perez / Yoshitame Fukuda / Loriano / Flábio Russo / Nadir / Renato
Bateria / Ritmos / Percussões - Murilo
Percussões - Mauro 
Coro: Coral da Eloá / Canarinhos Liceanos (de Petrópolis) 
Vozerio - Rosane Limaverde / Robertinho de Recife / Mário Henrique / Ednardo
Vocal - em "Pastora do Tempo" - Fagner

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Esse LP é um dos últimos que incluí em minha coleção. À época foi muito difícil achar esse e o LP Berro. Confesso que ao ouvi-lo inicialmente estranhei. Mas ao decifrar a poesia contestadora e as misturas entre tradição e experimentos, a criação provocadora de Ednardo me conquistou mais uma vez. 

Trago esse disco para as nossas prateleiras próximo do aniversário de 70 anos (17 de abril) desse fabuloso músico cearense. Não pude evitar a piada pronta com uma faixa dessa lavra: hoje, mais ainda, é difícil não ter 18 anos. Sobretudo se quisermos fugir do destino de " boi mandingueiro", antecessor da "vida de gado" do paraibano Zé Ramalho.

O Homem Traça diz: ROAM
Boi Mandingueiro

domingo, 12 de abril de 2015

Outros Sons - 1982 - Eliete Negreiros

Postagem original: 27/12/2007


01 - Pipoca moderna*
Caetano Veloso e Sebastião Biano
02 - Outros sons*
Arrigo Barnabé e Carlos Rennó
03 - Peiote**
Paulo Barnabé
04 - Selvagem*
Gilberto Mifune
05 - Brinco***
Arrigo Barnabé
06 - Coração de árvore*
Robinson Borba
07 - Sonora garoa****
Passoca
08 - As time goes by***
Herman Hupfeld
09 - Begin the beguine***
Cole Porter
10 - Sol da meia-noite*****
Sonny Burke - Leonel Hampton - Jonhy Mercer
11 - Febre de amor******
Lauro Maia
12 - A felicidade perdeu meu endereço******
Pedro Caetano - Claudionor Cruz
13 - Espanto
Eliete Negreiros
14 - Fico Louco***
Itamar Assumpção
15 - Tudo Mudou*
Arrigo Barnabé

Músicos

Arrigo Barnabé, Roney Stella, Sidney Borgani, Daniel Misiuk, Gil Jardim, João Cuca, Reyes Gil, Roardo, Mané Silveira, Téco, Xico Guedes, Dudu Tucci, Paulo Barnabé, Eliana Fernandes, Nonô, Farias, Otávio Fialho, Tonho, Hlena Akiko Imasato, Glauco Masahiro Imasato, Renato Lemos, Passoca, Odete Negreiros, Azael, Bozo Barretti, Betão Caldas, Regina Porto, Lelo Nazário, Rodolfo Stroeter, Biafra, Gilmar, Boccato, Manoel da Cuíca, Gilberto da Conceição, Irineu, A. Carlos, Ruriá Duprat, Baldo bersolato, Roberto, Táuri, Felix Wagner.

Arranjos: Arrigo Barnabé*, Paulo Barnabé**, Otávio Fialho***, Eliete e Passoca****, Lelo Nazario*****, Bozo Barretti ******

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"Cantora paulista, freqüentou o Conservatório de Música na infância, mas acabou formando-se em filosofia pela USP. Sem deixar de lado seu interesse pela música popular, viajou pelo México e Estados Unidos na década de 70, atuando como cantora de grupos de música brasileira. De volta ao Brasil, em 1982 lançou o LP "Outros Sons" pelo selo Vôo Livre, com produção de Arrigo Barnabé e estética voltada para a chamada "vanguarda paulista", movimento de que foi coroada musa por alguns críticos." Fonte

Embora a produção do Arrigo Barnabé seja muito marcante nesse disco, a participação de outros arranjadores e compositores tradicionais da música brasileira e do Jazz dão uma cara de busca com um pé no passado e outro no futuro. Ainda hoje soa ousado pela mistura da experimentação das fusões.

Destaco "Sonora garoa", uma moda do violeiro Passoca descrevendo a Metrópole, canção que tanto embalou minhas tardes no trabalho, ouvindo-a na programação Rádio USP dos anos oitenta.

O Homem Traça diz: ROAM!


 


Sonora Garoa