terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Onde o olhar não mira - 1976 - Bendegó

Postagem original: 24/04/2011



1- Onde o Olhar Não Mira 
Vermelho - Capenga - Zéca/Patinhas
2- Obrigado Bandida
Patinhas
3- Olhos de Fogo
Zéca - Capenga - Patinhas
4- Você e Tú
Gereba - Tuzé de Abreu
5- Tierra LLena Del Sol Y de Luna
Capenga - Zeca - Gereba - Patinhas
6- O Côco Louco
Capenga - Carlos Eladio
7- As Muié Santa de Canudos
Gereba - Patinhas
8- Além de Arembepe
Gereba - Capenga - Zéca - Patinhas
9- Palhas de Miljo
Capenga - Vermelho - Patinhas
10-O Arco Íris Trovejou 
Capenga - Patinhas
11-Dom Tapanatara
Gereba - Patinhas
12-Chamego do Vicente
Gereba - Patinhas

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Esse é o primeiro LP que ouvi do grupo, não sei se é por isso, mas considero-o a melhor obra.


O Homem Traça diz: ROAM!



Onde o olhar não mira

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Central do Brasil - 1998 - Antônio Pinto e Jaques Morelenbaum

Postagem original: 26/01/2007



1 - Central do Brasil
Antônio Pinto
2 - O trem
Antônio Pinto
3 - Toada e desafio
Capiba
4 - Sai, pirralho
Jaques Morelenbau
5 - Saída de trem
Antônio Pinto
6 - Atropelamento
Antônio Pinto
7 - Central
Antônio Pinto
8 - Insônia
Jaques Morelenbaum
9 - Toada e desafio (caminhão)
Capiba
10 - Conversa
Antônio Pinto
11 - Despedida
Antônio Pinto
12 - Toada e desafio (casa de Jesus)
Capiba
13 - Matinal
Antônio Pinto - Jaques Morelenbaum
14 - Toada e desafio (estrada)
Capiba
15 - Correio
Jaques Morelenbaum
16 - Porteira
Antônio Pinto
17 - Milagres
Autor desconhecido
18 - Toada e desafio (fotografia)
Capiba
19 - Vem comigo
Jaques Morelenbaum
20 - A carta de Dora
Antônio Pinto
21 - Preciso me encontrar
Candeia (canta Cartola)

Músicos
Jaques Morelenbaum - Cello

Antônio Pinto - Piano
Edu Morelenbaum - Piano
Marcos Suzano - Percussão
Siba - Rabeca
Luiz Brasil - Violão, Viola de 10 cordas e Bandolim

Orquestra
Violinos - Giancarlo Pareschi, João daltro de almeida, Bernardo Bessler, Michel Bessler, José Alves da Silva, Walter Hack, Ricardo amado, Paschoal Perrotta
Viola - marie Christine S. Bessler, Jesuína Passaroto
Cello - Marcio Mallard, Jorge Ranevsky
Contra-Baixo - Denner campolina
Regência, Orquestração e Arranjos - Jaques Morelenbaum e Antônio Pinto

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Assisti esse filme em 1998 e recentemente foi reapresentado na TV, na madrugada do dia 25 de dezembro. A família empanturrada da ceia de natal, já dormindo e eu ali vendo esse filme novamente...

Sei que é um filme meloso para muitos e chocante para outros, mas não vou entrar no mérito. Aqui o que me importa é minha experiência pessoal com o filme e sua trilha sonora. Só sei que depois de ver esse filme eu sempre choro (acreditem traças uma vez ou outra também choram). Na primeira vez foram 15 minutos de choro sem controle ao lado da sala de cinema!

A esperança do garoto em encontrar o pai, a comunicação falha pelas cartas e pelo analfabetismo, fizeram-me recordar dos longos períodos longe de meu falecido pai, que na época, escrevia cartas a mim, o primogênito, delegando responsabilidades e alimentando a esperança na base do "volto já".

As músicas da trilha mantêm o espírito da coisa, esperança, desespero, humanização e desumanização, são palavras que permeiam as melodias deixando-nos nostálgicos e com saudades da inocência que pegara o trem e jamais voltou.

O Homem Traça diz: ROAM!


   


Central do Brasil

EP - 1977 - Joelho de Porco

Postagem original: 23/12/2007


01 - La lampara de Edison
Tico Terpins - W. Baillot - B. Bond
02 - Ruiseñor brasilero
Tico Terpins - Billy Bond
03 - Mexico lindo
Tico Terpins
04 - Boeing 723897
Tico Terpins


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"Um dos grandes nomes do rock brasileiro (“amadrinhado” pela cantora Aracy de Almeida) e precursor da atitude punk, o grupo paulistano Joelho de Porco foi formado em 1972 por Tico Terpins (ex-Os Baobás), Walter Baillot, Próspero Albanese, Conrado Assis e Rodolfo Ayres Braga. Em 1973, com o vocalista (e ator) Ricardo Petraglia, gravou o compacto simples “Se Você Vai de Xaxado, Eu Vou de Rock And Roll/Fly America”, produzido pelo ex-Mutantes Arnaldo Baptista. Dois anos depois, o Joelho lançou seu primeiro LP, “São Paulo 1554/Hoje”, um dos mais elogiados discos da época, misturando rock pesado e referências tropicalistas em faixas como “Boeing 723897” e “Mardito Fiapo de Manga”. Em 1976, entrou o vocalista argentino Billy Bond, com quem a banda partiria para uma linha mais agressiva, próxima do punk rock que explodia naquela mesma época na Inglaterra. Em 1977, o Joelho gravou LP homônimo e pouco tempo depois, encerrou suas atividades. Tico Terpins partiu para o mercado dos jingles publicitários, montando o estúdio Audio Patrulha. Com Próspero e o cantor e compositor Zé Rodrix (ex-Sá, Rodrix e Guarabira), ele logo remontou o Joelho, que voltou ao disco em 1983 com o LP duplo “Saqueando a Cidade”, das músicas “Vigilante Rodoviário”, “Vai Fundo” e “Funicoli, Funicolá” (versão roqueira da tradicional canção italiana). Com o vocalista e fotógrafo David Drew Zingg, a banda ganhou o prêmio de melhor letra do Festival dos Festivais da TV Globo (1985) por “A Última Voz do Brasil”. Em 1988, o Joelho de Porco lançou o LP “18 Anos Sem Sucesso”, com repertório do pop americano pré-rock. Em 1998, Tico Terpins morreu de enfarte."
Texto emprestado do Blog Lágrima Psicodélica.

EP´s eram discos promocionais em 45 rpm, utilizados para divulgação em rádios e coisas assim. O curioso desse, é o fato de as músicas serem cantadas em castelhano, com exceção de "Boeing 723897", mas mesmo assim essa faixa traz alguns incrementos feitos em estúdio, diferentes da gravação do LP original.

O Homem Traça diz: ROAM!

   


La lampara de Edison

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Amorosa - 1988 - Rosa Passos

Postagem original: 07/01/2009

01-Samba sem você 
02-Amor Mestiço
03-Segredos
04-Verão 
05-Velho arvoredo
06-Gesto
07-Samba com pressa 
08-Pano pra manga 
09-Vim sambar 
10-Aquário 
11-Espelhos

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Esse, segundo o nosso amigo Cris - que gentilmente cedeu uma versão mp3 de sua gravação em cassete -, é um lendário disco de 1988 gravado pela Rosa Passos e lançado apenas no exterior. Há pouca informação sobre a produção, nada na rede, mas o Cris diz que participaram da gravação Helio Delmiro, Gilson Peranzzetta, Luizão Maia, Paulo Braga, sendo a produção artística do Sérgio Natureza, além da participação do João Bosco na faixa "Vim sambar" e do Emílio Santiago em "Samba sem você".

Em tese, seria o segundo LP de Rosa, mas é preciso registrar que há controvérsias sobre se esse apanhado de canções se trata do disco gravado em 1988, que nunca foi lançado oficialmente. Sérgio Natureza, diz que a gravação aconteceu, mas os produtores executivos - o italiano Cesare Benvenutti e o francês Joel Leibowitz - apenas usaram duas ou três das faixas da fita original, misturando-as e lançando-as ilegalmente em coletâneas pela Europa no fim dos anos 1990. Várias das canções aqui encontradas também constam do CD Pano pra manga, de 1996. 

A bossa nova não é o meu forte, confesso a ignorância, mas achei interessante essa contribuição pelo ineditismo. Esse disco de 1988, uma possível gravação européia, não consta nem no sítio da Rosa Passos! Como o disco não tem capa, pois não foi lançado, a capa usada aqui é uma "versão" do CD Amorosa de 2004.

O Homem Traça diz: ROAM!



Vim Sambar

Gabon - 1975 - Musique des Pygmées Bibayak

Postagem original: 12/02/2009


01 - "Mebasi", Jeu Vocal
02 - Etudes De "Jodls"
a) une voix
b) deux voix
c) trois voix
d) cinq voix
e) huit voix
03 - Sequénces Polyphoniques
a) cinq voix et tambour
b) et c) choeur et percussions
04 - Sequénces Polyphoniques (Suite)
05 - Chant Et Sanza
06 - Dialogues Avec Les Esprits
a) Kosé
b) Tsinghi

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A região do Gabão foi saqueada por vários povos da Europa desde o século XV. Os portugueses passaram por lá e escravisaram. A burguesia Francesa se perpetua como agente imperialista desde o fim do séc. XIX. A princípio, a França administra o Gabão diretamente, usando a "paulada na moleira" e o artifício chamado África Equatorial Francesa, uma federação que durou até 1959. Hoje El Hadj Omar Bongo é presidente, no poder desde 1967, um exemplo democrático, posto que está em franca colaboração com os interesses do capital.

Enquanto isso, nos últimos anos, assistimos o povo Venezuelano, Boliviano e Equatoriano, serem acusados de anti democráticos por se mobilizarem, forçando seus governos a se contraporem, ainda que parcamente, aos interesses do imperialismo estadunidense.

Na visão dessa Traça que vos fala, aqui e acolá, o que deve ser respeitado é o princípio de autodeterminação dos povos. Uma possível tradução da polifonia musical para a política e sistemas de governo.

Segundo a wikipédia, um pigmeu é um membro de qualquer grupo humano cujos machos adultos tenham menos de 150 cm, na altura média. Os pigmeus africanos são conhecidos particularmente pela sua música vocal, caracterizado por uma polifonia densa, execução em grupo e improvisação. A maior parte dos seus instrumentos são simples e portáveis, adaptados a um tipo de vida tradicionalmente nômade.

Em tempo: este disco é um empréstimo da minha amiga leonina Estela.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Chant et Sanza

Music of the Crusades - 1970 - The Early Music Consort of London - David Munrow

Postagem original: 27/06/2009


1 - La quinte estampie reale
Anon., French 13th
century
oriental shawn, nakers JB
2 -
Pax in nomine Domini!
Marcabru
first crusade / 1137

tenor solo, chorus, treble & bass rebecs

3 -
Parti de mal
Anon., French
third crusade / 1189
counter tenor JB, citole

4 -
Chevalier, mult estes guariz
Anon., French
second crusade / 1147

baritone solo, chorus, recorder, treble & bass rebec, tabor CH

5 - Chanterai por mon corage

Guiot de Dijon
third crusade / 1189
soprano, flute, lute, bass rebec, harp

6 - Danse Real

Anon., French 13th century
bagpipes solo

7 - Sede, Syon, in pulvere
Anon., French
c. 1195

tenor solo
8 - Palästinalied

Walther von der Vogelweide
sixth crusade / 1228

counter tenor JB, lute, harp

9 - Condicio - O nacio - Mane prima

Anon., French 13th century
2 counter tenors, treble & bass rebecs, crumhorn, nakers CH

10 -O tocius Asie

Anon., French
crusade of 1248

2 counter tenors, treble & bass rebecs, organ

11 - La uitime estampie reale

Anon., French 13th century
treble rebec solo, bass rebec, citole, tabor JB

12 - Cum sint difficilia

Anon., French
crusade of 1248

tenor, baritone, bells, organ

13 - Li noviaus tens

Le Châtelain de Coucy
third crusade / 1188-91

counter tenor JB, recorder, lute, bass rebec, harp

14 - Fortz chausa es

Gaucelm Faidit
lament in the death of Richard Coeur-de-Lion 1199
tenor, bass rebec, lute, harp

15 - Je ne puis - Amors me tienent - Veritatem

Anon., French 13th century
2 counter tenors, medieval bells, crumhorn

16 - Ahi! Amours

Conon de Béthune
third crusade / 1188
tenor, treble & bass rebec, lute, tabor CH
17 - La tierche estampie reale

Anon., French 13th century
bass rebec solo, treble rebec, lute, tabor JB

18 - Ja nus hons pris

Richard Coeur de Lion song of captivity 1194
counter tenor JB, harp

19 - Au tens plain de felonnie

Thibaut de Champagne
crusade of 1239
I. tenor, lute, treble rebec
II. recorder, lute, rebec, tabor CH

Músicos
Christina Clarke - James Bowman - Charles Brett  - Nigel Rogers - Geoffrey Shaw - David Munrow - Eleanor Sloan - Oliver Brookes - James Tyler - Gillian Reid - Christopher Hogwood - James Blades 

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Temos aqui uma gravação antiga, mas o senso de ritmo e da sinceridade da execussão ultrapassa séculos. Neste disco há intérpretes que se tornarão famosos depois. Esta é uma explicação para a excelência deste disco. Outra é a presença de David Munrow, jogando com um extraordinário virtuosismo e respirando vida em todas as peças. Seus arranjos são sempre inteligentes e perfeitamente reproduzidos ("La quinte estampie reale"), o som da flauta suave e encantadora ("Chanterai por mon corage"), a escolha dos instrumentos, os tempos, as peças escolhidas para ilustrar as cruzadas, tudo contribui para termos a dimensão dessa era.

Esse disco é um ótimo registro
musical de assassinatos e pilhagem abençoados pelas classes dominates da época. Uma trilha sonora para a santa carnificina! Alguma sugestão para trilha sonora da cruzada atual (Afeganistão, Iraque, Irã)?

O Homem Traça diz: ROAM!




La quinte estampie reale

As cores do Brasil - 1990 - Duofel

Postagem original: 07/01/2009


01 - Tema de viola
02 -
Reggae por nós
03 - Pelo mundo aflora
04 - Sentimental

05 -
Valsa para nenê e zabelê
06 -
Pé de chinelo
07 - A festa da vaquejada
08 -
Gismontada
09 -
Noite em paripueira
10 -
Interior
11 -
Subindo a Rocinha
12 -
A fuga de Djalma Metralha - 1° Movimento
13 -
A fuga de Djalma Metralha - 2° Movimento

Participação especial
João Paraíba


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"Duo formado pelos violonistas Luiz Bueno e Fernando Melo, que começaram a tocar juntos em 1977, quando o alagoano Fernando mudou-se para São Paulo, terra natal de Luiz. Depois de iniciar a carreira tocando em conjuntos de baile, os dois resolveram investir em outro estilo musical, influenciados principalmente por Paco de Lucia, pela música dos índios tabajaras e acima de tudo, Egberto Gismonti. Com essas referências, viajaram pelo nordeste do Brasil em 1978, e no ano seguinte, de volta a São Paulo, começaram a se apresentar em bares e casas noturnas do circuito alternativo, já com o nome Duofel (cuja origem é a junção das palavras "dupla Fernando e Luiz"). O Duofel fez parte da banda da cantora Tetê Espíndola e com ela viajou em turnês, atuando como instrumentistas e arranjadores. Assinaram, inclusive, o arranjo de "Escrito nas Estrelas", música que venceu o Festival dos Festivais em 1985. De 1987 data o primeiro disco da dupla, "Duofel Disco Mix". Depois gravaram "As Cores do Brasil", pela alemã Line Music. Em 1992 passam a excursionar com Hermeto Pascoal, que se revela apreciador do trabalho do duo. Só a partir do terceiro disco, "Duofel", passam a gravar músicas de outros compositores, com arranjos próprios. Neste disco contaram com a participação de Oswaldinho do Acordeon, outra influência decisiva na carreira. Excursionaram pela Europa e se apresentaram também no Free Jazz Festival. Outra parceria duradoura foi com o percussionista indiano Badal Roy, que gravou o disco "Espelho das Águas" com a dupla, tocando tabla, em 94. O disco "Kids Of Brazil" (Velas, 1996) foi dedicado aos meninos de rua. Em 2000 foi lançado pela Trama o disco comemorativo "Duofel 20", celebrando os 20 anos de carreira do duo." Fonte

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Gismontada


Kyzumba - 1996 - João Parahyba


1 - Kyzumba
2 - Galipoli
3 - Tacaruna
4 - Maria's Serenade
5 - Sancristobal
6 - Água Marinha
7 - Crab Dance
8 - Number One
9 - Terra de Santa Cruz
10 - Latin Lover
11 - Kié

Músicos 
João Parahyba - Bororó - Luiz do Monte - Heraldo do Monte - Mané Silveira - Allain Daniel - Toninho Ferragutti - Pitoco - Proveta - Walmir Gil - François - Benjamin Talbkin - Alberto Trindade - Pepe Bacunal - Milan Mladenovic

Participação
Jane Duboc

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Nascido em 1950, em São Paulo, João Parayba começou a tocar profissionalmente aos 17 anos. Em 1968 formou o Trio Mocotó com Luiz Carlos (Fritz) e Nereu. Nesse mesmo ano, com a batida especial que ficou notabilizada nos anos 1970, o Trio Mocotó passou a tocar com Jorge Ben e gravou País Tropical, além de participar do show Encontro, juntamente com Vinícius, Toquinho e Marília Medalha. Com o Tri Mocotó iniciou os registros com a gravação de um compacto simples em 1970 e o LP Muita Zorra, em 1971. João Parayba, ao longo de sua carreira participou de diversos projetos e acompanhou trabalhos de nomes como César Camargo Mariano, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Gilberto Gil, Dizzy Gillespie, Michel Legrand, Al di Meola, Chico César, entre outros

O CD Kyzumba é seu primeiro disco solo, traz a participação de feras da música instrumental brasileira, dando corpo a sua "cozinha" tão característica em composições de sua autoria.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Galipoli

domingo, 22 de janeiro de 2017

São Quixote - 1981

Postagem original: 18/12/2007



1 - São Quixote
(Cláudio Lucci - Zé Marcio Pereira)
2 -
Buon giorno, boy
(Cláudio Lucci - Zé Marcio Pereira)
3 -
Só para raros velhos
(Cláudio Lucci - Arnaldo Avileis Jr.)

4 -
Fumaça
(Cláudio Lucci)

5 - Livre demais
(Cláudio Lucci - Arnaldo Avileis Jr.)

6 -
Mea culpa
(Cláudio Lucci)

7 -
Mais um longo dia
(Diógenes Burani)

8 - Confraria (Cláudio Lucci)
9 - Cem anos de solidão
(Cláudio Lucci)

10 -
Soy Criatura
(Gerson Tatini - Cláudio Lucci)
11 -
Buenos Dias
(Cláudio Lucci)

12 -
América
(Cláudio Lucci)

Músicos
Lucci - violões e voz
Marsola - violões e voz
Tatini - contrabaixo e vocal
Burani - bateria, percussão e vocal

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Ok, ok, sei que essa mordomia sonora um dia acaba, pois não há filão de lucro que os donos dos grandes meio de produção, os capitalistas, não queiram abocanhar! Mas enquanto isso, no submundo das traças internéticas...

Vejam vocês que esse disco está cotado a R$ 100,00 nos sebos por aqui e eu tenho um filé sem saber! Mas divido de bom grado e acho graça!

O disco em questão é uma produção independente, conta com 3 ex-integrantes do Moto Perpétuo, banda à qual pertenceu o "pop-star-romântico-oitentista
" Guilherme Arantes. Em minha humilde opinião de inseto o único fator desagradável em São Quixote é a faixa "Mais um longo dia", tendo a voz de Guilherme Arantes.

No mais, o estilo varia bastante, mas é marcado por um progressivo folk com sotaque italiano, misturado com MPB. Salada mista! O resultado é bem interessante, tem letras críticas e crônicas acerca de uma São Paulo italiana.

O Homem Traça diz: ROAM!

   

Só para raros e velhos

Suzana Salles - 1994


1 - Zé Pelintra
Waly Salomão - Itamar Assumpção
2 - Mar Sem Fim 
Inácio Zatz
3 - Extra 
Gilberto Gil) 
4 - Sampa Midnight 
Itamar Assumpção
5 - A Hora Da Onça Beber Água 
Itamar Assumpção - Suzana Salles 
6 - Cérebro Eletrônico 
Gilberto Gil
7 - Amanhã Eu Vou 
Beduíno
8 - A Mulher Do Atirador De Facas 
Zé Miguel Wisnik
9 - Der Kanonen-song 
Bertold Brecht / Kurt Weill
10 - Rapto Rápido 
Carlos Rennó - Hermelino Neder
11 - Flecha Certeira 
Suzana Salles - Ná Ozzetti
12 - Luzes 
Paulo Leminski

Músicos
Rogério Costa - Marcelo 'Beba' Zanetti - André Magalhães - Paulo Rubens Costa - Paulo Padilha - Celso Marques (Aquilo Del Nisso)

Participações
Itamar Assumpção - Tom Zé

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Suzana Salles, paulistana, iniciou a carreira em 1979 ao lado de Arrigo Barnabé, participou do que se convencionou chamar de Vanguarda Paulista. Atuando como intérprete na Banda Sabor de Veneno, participou da gravação do lendário LP Clara Crocodilo. Este é o seu primeiro CD solo, que conta com o acúmulo das experiências também com Itamar Assumpção, com Ná Ozzetti e o repertório de Kurt Weill. O suporte do grupo instrumental Aquilo Del Nisso é muito profícuo, com arranjos preciosos para cada canção desse repertório desafiador, que reforçam o poder da voz aguda e das interpretações de Suzana.

Mais informações aqui!

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Flecha Certeira

sábado, 21 de janeiro de 2017

Arthur Moreira Lima - 1988 - Villa Lobos



Disco 1

Bachianas Brasileiras Nº 4

1 - Prelúdio
2 - Coral (Canto Do Sertão) 
3 - Ária (Cantiga)
4 - Dança (Miudinho) 
5 - Tristorosa (Valsa) 

Ciclo Brasileiro
6 - Plantio Do Caboclo 
7 - Impressões Seresteiras
8 - Festa No Sertão 
9 - Dança Do Índio Branco
10 - Valsa Da Dor 

Disco 2

Cirandas

(Coleção De 16 Peças Sobre Temas Populares Brasileiros)
1 - Terezinha De Jesus 
2 - A Condessa 
3 - Senhora Dona Sancha 
4 - O Cravo Brigou Com A Rosa
5 - Pobre Cega (Toada Da Rede) 
6 - Passa, Passa, Gavião 
7 - Xô, Xô, Passarinho 
8 - Vamos Atrás Da Serra, Calunga 
9 - Fui No Itororó 
10 - O Pintor De Cannahy 
11 - Nesta Rua, Nesta Rua 
12 - Olha O Passarinho, Dominé 
13 - À Procura De Uma Agulha 
14 - A Canoa Virou 
15 - Que Lindos Olhos 
16 - Có, Có, Có 


Disco 3

1 - Rudepoema
2 - New York Sky Line 
3 - A Lenda Do Caboclo 


A Prole Do Bebê N.º 1

(Coleção De 8 Peças Sobre Temas Populares Brasileiros)
4 - Branquinha (A Boneca De Louça)
5 - Moreninha (A Boneca De Massa) 
6 - Caboclinha (A Boneca De Barro) 
7 - Mulatinha (A Boneca De Borracha)
8 - Negrinha (A Boneca De Pau) 
9 - Pobrezinha (A Boneca De Trapo)
10 - O Polichinelo 
11 -  Bruxa (A Boneca De Pano) 
12 - Choros N.º 5 (Alma Brasileira)

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"Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos de idade, tendo por professora Lúcia Branco que também tivera por alunos nomes como Tom Jobim ou Nelson Freire. Aos oito, tocou um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Seus mestres foram Lúcia Branco (Rio de Janeiro), Marguerite Long (Paris) e Rudolf Kehrer (Conservatório Tchaikovsky de Moscou). Moreira Lima projetou-se internacionalmente na Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin de 1965, em que conseguiu o segundo lugar. Laureou-se também em várias outras competições, incluindo a também prestigiosa Competição Internacional Tchaikovsky de 1970, ficando em terceiro lugar. Moreira Lima apresentou-se em diversas salas de concerto através da Europa e da América Latina e também nos Estados Unidos e na Rússia. É considerado um grande intérprete de compositores românticos como Chopin e Liszt e também de modernistas tais como Prokofiev e Villa-Lobos. Notabilizou-se também como um intérprete da música popular brasileira, gravando Ernesto Nazareth e clássicos do repertório do choro e do samba." (Wikipédia) Para saber mais, clique aqui!

"Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares e indígenas." (Wikipédia)

Nessa antologia pianística de Villa Lobos podemos ter contato com peças significativas, até então inéditas na discografia brasileira e internacional. No encarte encontramos informações preciosas sobre esse trabalho. Embora o LP que temos na prateleira não esteja em perfeitas condições (ainda há em algumas faixas os ruídos característicos do vinil), vale a audição desse material. Abaixo seguem os links dos três discos contidos na caixa.

O Homem Traça diz: ROAM! ROAM! ROAM!

 

Valsa Da Dor 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Som Brasil - 1981 - V.A.


01 - Drama de Angélica
Murilo Alvarenga
Alvarenga e Ranchinho 
02 - A volta da asa branca
Luiz Gonzaga - Zé Dantas
Luiz Gonzaga
03 - Moda da Revolução
Cornélio Pires - Arlindo Santana
Mineiro e Manduzinho
04 - Chico Mineiro
Tonico - Francisco Ribeiro
Tonico e Tinoco
05 - As três lágrimas
Campos Negreiros
Declamação: Waldomiro Lobo
06 - Flautas Jacuí (com maracas)
Índios Xinguanos
07 - Kiriê - Missa em mi bemol
José Joaquim EméricoLobo de Mesquita
Coro da Ass. do Canto Coral 
Reg.: Edoardo Guarnieri - Orq. Sinfônica Brasileira
08 - Cuma é o nome dele
Manezinho Araújo
Manezinho Araújo
09 - Jesus Sertanejo (da Missa do Vaqueiro)
Janduhi Finizola
Quinteto Violado
10 - O Cuitelinho
Folclore Matogrossense - Adap.: Paulo Vanzolini
Eliane Giardine
11 - Flor do cafezal
Luiz Carlos Paraná
Cascatinha e Inhana
12 - Jeca magoado
Elpídio dos Santos
Mazzaropi
13 - Patativa do Assaré - Gravado ao vivo no programa Som Brasil
Patativa do Assaré
Patativa do Assaré
14 - No pé da cajarana
Venâncio e Curumba
Venâncio e Curumba
15 - Ciranda infantil
Domínio Público
Carmen Costa
16 - Pingo d'água
Raul Torres - João Pacífico
Torres e Florêncio
17 - O violeiro
Elomar Figueira de Mello
Elomar
18 - Saudades
Xerêm e Bentinho
Xerêm e Bentinho
19 - O Marruêro
Catullo da Paixão Cearense
Lima Duarte
20 - Os homens de preto
Paulo Ruschel
Conjunto Farroupilha
21 - Meu pinhão (meu pião)
Zé do Norte
Zé do Norte
22 - Gravação ao vivo no Auditório da Rádio Nacional
Jararaca e Ratinho
23 - Um agradinho é bom
Almirante - Versos de Rolando Boldrin)
Rolando Boldrin e Lurdinha
24 - Ave Maria do sertanejo
Manoel da Nova Espiguinha - Capitão Furtado
Trio Sul e Norte
Declamação: Capitão Furtado
25 - Cabocla Tereza
João Pacífico - Raul Torres
João Pacífico
26 - Oi Paraná
Índios Txukarramãe

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Esta coletânea, um álbum duplo, foi produzida pela Rede Glolpista de TV em diálogo com o programa homônimo da época. Aqui, reúne-se o sumo da produção autenticamente sertaneja (nada a ver com breganejo-de-curso-a-distância!), passando pela música e pela poesia do centroeste, sudeste e nordeste. Curiosamente, em se tratando de uma peça da TV globóstica, cujo propósito comercial sempre está em primeiro lugar, incluiu-se duas gravações dos povos originários e possui um encarte com informações e fotografias, riquíssimo. Provavelmente, essas exceções à regra são obra de algum  "infiltrado vermelho".

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Drama de Angélica

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Trocando Figura - 1986 - V.A.

Postagem original: 09/02/08


01 - Trocando figura
Jean Garfunkel - Paulo Garfunkel - Cesar Brunetti - Celso Viáfora
02 - Operário padrão
Cesar Brunetti
03 - Grão da Terra
(Prêmio de melhor arranjo no XXVI Festival Internacional de La Canción de Liña Del Mar)
Celso Viáfora

04 - Mazzaropi
Jean Garfunkel - Paulo Garfunkel
05 - Super-comum
Celson Viáfora
06 - Feito brasileiro
Jean Garfunkel - Paulo Garfunkel
07 - Ô Anna
Cesar Brunetti
08 - Tantas viagens
Celso Viáfora
09 - Filhos do sol
Jean Garfunkel - Paulo Garfunkel
10 - Carro da poliça
Cesar Brunetti


Músicos
Amilson Godoy - Natan Marques - Renato Loyola - Willian Caran - Théo - Proveta - Pique - Vagner Polistchur - Walmir de Almeida Gil - Jaime Prata - Zé Gomes - Roberto Lazzarini - Aziz Bucater - Bocato - Claudio Faria - Octavio Bangla - Lino Simão - Fernando Sizão


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Lá pelos anos 80, tinha uma galera aqui por São Paulo que podiam se enquadrar na expressão "ratos de festivais". Era uma geração que tendo uma bela produção musical, tendo público e já fazendo seus show's, por questões do "mercado" (esse monstro sem rosto) não conseguiam emplacar sua produção em disco. Então, como meio de abocanhar premiações e projetar o trabalho, lá iam eles defender o seu peixe em festivais pelo mundão afora. Esse é o caso dos quatro reunidos aqui num primeiro LP coletivo, os ilustres desconhecidos
Jean e Paulo Garfunkel, Cesar Brunetti e Celso Viáfora.

Passados mais de trinta anos, todos têm suas composições gravadas por inúmeros interpretes da MPB, passando por Elizeth Cardoso com a gravação de "
Operário Padrão", de Cesar Brunetti, a Renato Braz gravando as canções dos irmãos Garfunkel. No entanto, hoje se pode dizer, infelizmente, que apenas Celso Viáfora conseguiu se projetar, tendo gravado mais discos - um em parceria com Ivan Lins -, obteve maior inserção na música brasileira.

A idéia desse disco é anunciada pelo título, ou seja, trocar figurinhas e o projeto gráfico de Elifas Andreato a leva ao extremo, tendo além da imagem da capa, um pacote de figurinhas com suas obras, para serem coladas no "álbum". O que dá liga à produção dos quatro nesse disco é o bom humor crítico e o lirismo que, longe de soarem antagônicos, complementam-se. Destaco aqui a atualíssima "
Carro de polícia" de Cesar Brunetti, um xote delicioso e com a mira voltada pra nossa complicada sociedade brasileira.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Carro da poliça

Ou não - 1973 - Walter Franco




1 - Mixturação 
2 - Água e Sal 
3 - No fundo do poço 
4 - Pátio dos loucos 
5 - Flexa 
6 - Me deixe mudo 
7 - Xaxados e Perdidos 
8 - Doido de fazê dó 
9 - Vão de boca 
10 - Cabeça

Faixa Bônus
11 - Por um triz

Músicos
Américo - Diógenes Burani Digrado Filho - Rodolpho Grani Júnior - Walter Franco

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Walter Franco é paulistano, nascido em 1945, conhecido como vanguardista na década de 1970, apareceu como compositor no  I Festival Universitário da TV Tupi (SP) de 1968, quando Geraldo Vandré defendeu a sua canção Não se queima um sonho. Seu primeiro registro em vinil foi o compacto simples com a música No fundo do poço, tema da novela "O hospital", da TV Tupi.

No VII Festival Internacional da Canção, realizado pela Rede Globo, em 1972, participou com a canção Cabeça. O júri era formado por Roberto Freire, Décio Pignatari, Nara Leão, Sérgio Cabral, Mário Luís Barbato, Rogério Duprat, Alberto de Carvalho, João Carlos Martins, Guilherme Araújo, Big Boy, Walter Silva, tendeu a classificar Cabeça, à revelia da reação negativa do público, mas foi destituído e a canção não foi premiada.

Ou não, o disco da mosca, é o seu primeiro LP, experimental, cheio de colagens de sons repetitivos, dialoga com a poesia concreta e tem arranjos também de Rogério Duprat. Numa das suas edições em CD, produzida por Charles Gavin, traz a faixa Bônus Por um triz, inédita até então. Deste LP a canção Me deixe mudo foi também gravada por Chico Buarque. 

O Homem Traça diz: ROAM!


 

Me deixe mudo

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Kim Ribeiro - 1981


01 - Plu
Kim Ribeiro
02 - Soneto
Kim Ribeiro
03 - Kvinopo
Kim Ribeiro
04 - Ol
Kim Ribeiro
05 - Traça coco
Kim Ribeiro
06 - Um Adeus
Kim Ribeiro
07 - Isso
Kim Ribeiro
08 - Manipulacion A 7
Ricardo Pereyra
09 - Valsa de Euridice
Vinícius de Morais
10 - Cabaninha
Jesse Silva
11 - Mais do que isso
Kim Ribeiro
12 - Luana
Kim Ribeiro

Músico
Kim Ribeiro - Raquel de Vasconcelos - Paulo Oliveira - Álvaro Magalhães - Ricardo Pereyra - Clovis Freire - Denise Guariente - André Loss - Marjana Rutkowiski - Afonso - João do Cavaco - Raimundo Nacioli - Rodrigo Campelo - Camilo - Sobral - Ivo Eduardo - Kazu - Regina Celi - Ricardo Galinha - Fernando Corona - Hique - Bebeto Mohr 

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Kim Ribeiro é filho de uma família tradicional de Juiz de Fora, flautista, iniciou a sua carreira desde a infância. Passou pela cena da bossa nova do Rio de Janeiro na segunda metade da década de 1960, nessa época acompanhou músicos como Nélson Cavaquinho, Alaíde Costa, Johnny Alf, Sérgio Ricardo e Baden Powell. Em seus estudos e carreira Kim transitou entre o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Nesse primeiro LP, gravado no Rio Grande do Sul, encontram-se composições que vão do samba, passando pelo choro e chegando à música instrumental e experimental. Aqui há um verdadeiro diálogo entre a música erudita e popular.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Luana

Nunca - 1974 - Sá e Guarabyra



01 - As canções que eu faço
Sá - Guarabyra
02 - 2ª canção da estrada
Sá - Guarabyra
03 - Justo momento
Sá - Guarabyra
04 - São Nicolau
Sá - Guarabyra
05 - Verão do cometa
Sá - Guarabyra
06 - Esses cabides vazios
Sá - Guarabyra
07 - Nuvens d'agua
Sá - Guarabyra
08 - Divina decadência
Sá - Guarabyra
09 - Voar e como um passsarinho
Sá - Guarabyra
10 - Apreciando a cidade
Sá - Guarabyra
11 - Terras do sul
Sá - Sérgio Hinds
12 - Coisa à-toa
Sá - Rodrix - Guarabyra

Músicos:
Sá - Guarabyra - Sérgio Hinds - Moreno - Cesar de Mercês - Flávio Venturini - Magrão

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Este é o primeiro disco da dupla, após os dois discos exitosos com Zé Rodrix. O LP mantêm o vigor do rock rural, com temas de viagem, de partida e retorno entre a cidade e o campo, indo da balada e chegando até a pitadas do rock progressivo. Claro que a participação de O Terço, com a sua formação áurea, e as orquestrações de Rogério Duprat e Eduardo Souto Neto, dão um brilho a mais ao trabalho.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

2ª canção da estrada