sábado, 11 de agosto de 2018

Jongo do Sudeste - 2014 - V.A.


01-Saravá São Benedito
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
02-No tempo em que Vovô era pequeno
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
03-Sua raiz tá no Tambu
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
04-Reuniu vários jongueiros
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
05-Sopro de felicidade
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
06-Oh Nega
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
07-Pisa na tradição
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
08-Adeus papai Adeus mamãe
Jongo Dito Ribeiro - Campinas
09-Ah quem falou que nois não vinha
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
10-Vim dar o meu louvado
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
11-Joguei meu chapeu pra cima
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
12-Foi vovó quem me falou
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
13-Eu tenho um gato
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
14-Sou Jongo
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
15-Cachorro do mato correu do caçador
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
16-Pisa ligeiro pisa ligeiro
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
17-Vim da Fazenda da Moenda de Cafe
Jongo Mistura da Raça - São José dos Campos
18-Foi na Bahia
Jongo de Piquete - Piquete
19-Bandolê Ole Ole
Jongo de Piquete - Piquete
20-Glorioso Santo Antônio
Jongo de Piquete - Piquete
21-O Galo Rosa
Jongo de Piquete - Piquete
22-O mundo tá uma reviria
Jongo de Piquete - Piquete
23-O burro não sabe ler
Jongo de Piquete - Piquete
24-A mulher na minha casa
Jongo de Piquete - Piquete
25-Abana o lencinho
Jongo de Piquete - Piquete
26-Eu nasci as seis e meia
Jongo de Piquete - Piquete
27-Peço licença
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
28-Me valei me meu Pai Oxalá
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
29-Bate bate coração
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
30-Sou quilombola eu sou
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
31-Saravá jongueiro velho
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
32-Misericórdia pra quem tentou
Jongo Quilombola - Guaratinguetá
33-Adeus adeus
Jongo Quilombola - Guaratinguetá

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"O Jongo no Sudeste é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e práticas de magia. É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro. Foi inscrito no Livro das Formas de Expressão em 2005. Nessa região, é praticado nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Ao longo do processo de Registro, comunidades manifestaram o desejo de participar da discussão: jongo de Campos, tambor da Fazenda Machadinha em Quissamã e jongo de Porciúncula (RJ), jongo de São José dos Campos (SP), jongo de Carangola (MG) e de Presidente Kennedy (ES).

Os atuais jongueiros são, geralmente, descendentes de jongueiros. Vivem em bairros pobres das cidades, onde são trabalhadores - ativos ou aposentados - e estudantes. Ali se radicaram seus avós e bisavós no período pós-abolicionista, em zonas intermédias entre campo e cidade. Alguns deles, nascidos na primeira metade do século 20, fizeram um percurso migratório entre o local de origem, geralmente uma vila ou área rural, e a cidade onde moram agora.

Guardam lembranças vívidas das rodas que viam quando crianças, dos cantos que ouviam e das histórias que seus pais e avós contavam sobre o jongo. Acontece nas festas de santos católicos e divindades afro-brasileiras, nas festas juninas, nas festas do Divino, no dia 13 de maio (Dia da Abolição da Escravatura). É uma forma de louvação aos antepassados, consolidação de tradições e afirmação de identidades, com suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, principalmente os de língua bantu. São sugestivos dessas origens o profundo respeito aos ancestrais, a valorização dos enigmas cantados e o elemento coreográfico da umbigada.

No Brasil, o jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. Trata-se de uma forma de comunicação desenvolvida no contexto da escravidão e que serviu também como estratégia de sobrevivência e de circulação de informações codificadas sobre fatos acontecidos entre os antigos escravos por meio de pontos que os capatazes e senhores não conseguiam compreender. O Jongo sempre esteve, assim, em uma dimensão marginal onde os negros falam de si, de sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica." (Fonte)

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Saravá jongueiro velho


domingo, 5 de agosto de 2018

O Batuque de Umbigada - 2016



1 - Primeiros Passos
2 - Compadre com Comadre
3 - O Preconceito
4 - Se Luiz Gama Fosse Vivo
Mário Pedroso
5 - O Tambú, O Quingengue e a Matraca
6 - Sinhá Sereia
Anecide Toledo
7 - Os Toques e Batidas
8 - A Nega Lá em Casa
9 - A Dança e Suas Regras
10 - Não Adianta Ser Honesto
Anecide Toledo
11 - A Origem Africana
12 - De Bem Com a Vida
13 - Orgulho de Ser Batuqueiro
14 - Agora Vai Endireitar
15 - O Cantador e o Modista
16 - Moro em Capivari
Anecide Toledo
17 - O Futuro
18 - Chorei
19 - A Essência
20 - Agora Sou um Passarinho
Anecide Toledo

Músicos
Anecide Toledo - Wesley Gabriel de Moura Queiroz - Roberto Matheus Leite Campos - Paola  Stefanie da Silva Toledo - Wilson A. Alves (Tô)

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Nesse CD temos a maestria dos batuqueiros de Tietê, Piracicaba e Capivari, executando as suas modas, além de depoimentos reveladores sobre a história do Batuque de Umbigada, essa manifestação da Cultura Popular Tradicional típica de São Paulo. Infelizmente não há informações sobre as autorias das modas no encarte, coloquei as que eu já tinha por aqui, fico devendo.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Chorei

Turista Aprendiz - 2000 - A Barca


01-Marujo do Má
DP - Adap. A Barca
02-Coco Dendê Trapiá
DP - Adap. A Barca
03-Ô Baiana
DP - Adap. A Barca
04-Manué
DP - Adap. A Barca
05-Mandei Fazer uma Rede
DP - Adap. A Barca
06-Justino Grande
DP - Adap. A Barca
07-Batuque de Pirapora
Geraldo Filme
08-Boi de Orerê
Fulô
09-Mina Terê Terê
DP - Adap. A Barca
10-Doçu Semenomé
DP - Adap. A Barca
11-Terra do Caranguejo/Aruê, Aruá
Raimundo Costa
12-Marajó já Teve Fama
DP - Adap. A Barca
13-Intro Patrão
Donga - Pixinguinha - João da Baiana
14-Patrão Prenda o seu Gado
Donga - Pixinguinha - João da Baiana
15-Êtum
DP - Adap. A Barca
16-Tá lá meu Boi
Dico Miliano
17-Vovó, pra que tu Qué o Didá?/Vovó não Qué Casca de Coco no Terreiro
Totonho
18-O Sol lá Vem/O Poeta Come Amendoim
DP - Adap. A Barca
19-Mestre Carlos/Nanã Giê
Coco anotado por Mário de Andrade
20-Adeus, meu Lindo Amor
DP - Adap. A Barca

Músicos
André Magalhães - Ari Colares - Chico Saraiva - Juçara Marçal - Lincoln Antonio - Marcelo Pretto - Renata Amaral - Sandra Ximenez - Thomas Rohrer 
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O Grupo A Barca nasceu em 1998, reunindo músicos amigos em torno da pesquisa da cultura popular tradicional. Desde então, dedica-se à pesquisa, à realização de registros e espetáculos. Aqui há muito do que produziram nesses anos todos:  http://www.barca.com.br/

Em 2000 gravaram esse CD, inaugurando o seu percurso de recriações, mesclando arranjos muito bem harmonizados com as produções populares, pautados pelos mestres, inicialmente guiados pelos percursos de Mário de Andrade.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Batuque de Pirapora

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Comadre Florzinha - 1999




01-Maré
DP - Mestre Pitiguari
02-Araúna
DP - Mestra Virgínia Moraes
03-Roseira Di
DP - Mestra Virgínia Moraes
04-Pirolito
DP - Mestra Virgínia Moraes
05-Ô Papai
DP - Mestra Hilda
06-Grande Poder
Mestre Verilhinho
07-Angicos
Chico Science - Lúcio Maia
08-Mais de Oito
Renata Mattar - Telma César - Comadre Florzinha
09-Satuba
Isaar de França
10-Poica
Renata Mattar
11-Sapopemba
Renata Mattar
12-O Trem
Katina Buhr
13-Xique-Xique
Tom Zé
14-Fulozinha
Telma César
15-Tamarineira
Elino Julião


Musicistas:

Alessandra Leão - Isaar França - Maria Helena Sampaio - Telma César - Renata Mattar - Karina Buhr

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A Comadre Fulozinha é uma banda Pernambucana, do Recife, criada em 1997. O nome se origina na lenda de Comadre Fulozinha, personagem infantil que protege a mata dos agressores e caçadores, infligindo-lhes açoites com os seus cabelos e enrolando-lhes a língua, agrada-se com oferendas de tabaco, mingau e mel.

Esse é o primeiro CD do grupo, feminino, e traz recriações com base na obra da cultura popular tradicional do Nordeste, em compositores como Tom Zé e Chico Science, além de composições das  componentes do Comadre Florzinha. A percussão e as vozes embalam cocos, baiões e cirandas, com misturas diversas, em que os arranjos harmonizam as contribuições de instrumentos como bombo, zabumba, congas, djembê, ilú, saxofone, cavaquinho, violão e rabeca. 

Desse grupo, posteriormente, surgem trabalhos autorais muito significativos de Alessandra Leão, Isaar França e Karina Buhr.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Mais de Oito

terça-feira, 26 de junho de 2018

Grupo Medusa - 1981


1 - Baiana
Cláudio Bertrami
2 - Zeby
Cláudio Bertrami
3 - Caminhos
Cláudio Bertrami
4 - Medusa
Chico Medori
5 - Pé no Chão
Chico Medori
6 - Asa Delta
Chico Medori – Cláudio Bertrami
7 - Uma Viagem
Chico Medori – Cláudio Bertrami
8 - Ponto de Fusão
Cláudio Bertrami

Músicos:
Amilson Godoy - Chico Medori - Cláudio Bertrami - Heraldo do Monte - Theo da Cuíca - Jorginho Cebion

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O Grupo Medusa iluminou a produção instrumental brasileira com apenas dois LP. Esse, que cá está, é o primeiro, o segundo foi o Ferrovias, lançado em 1983. O repertório se baseia na fusão entre o Jazz e a música brasileira, tendo as composições de Cláudio Bertrami e Chico Medori como carros chefe. Mais um presente da Bia Rocha, do Pauliceia Hostel.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Caminhos