A idéia desse Blog é uma vingança tardia contra os donos de Sebos aqui de São Paulo. Os quais, na minha adolescência levavam grande parte do meu minguado salário! As raridades eram proibidas para o meu bolso, mas eu insistia, economizava e comprava! Os discos importados eu via com os olhos e lambia com a testa! Aqui você encontrará Música Brasileira preferencialmente, mas dou lá minhas roídas no Rock, no Progressivo e cultura popular de toda parte. Agora, com a modernage internética, se você quer conhecer: baixa e ouve - se tem grana: compra - se não tem... a traça come!
Aproveite e dê sua roidinha! Viva a brodagem blogueira!
Músicos
Pepeu Gomes: guitarra, guibando, violão, bandolim acústico e elétrico, piano, órgão, voz
Jorginho Gomes: bateria, cavaquinho acústico, surdo, tamborim
Didi Gomes: baixo, violão de 7 cordas, reco-reco
Baixinho: bateria (1, 4 e 11), surdo, tamborim, chocalho, timbales
Severo: acordeon
Paulo César Salomão: efeitos sonoros e eletrônicos
Bola: bongô, chocalho
Charles Negrita: tumba e agogô
Baby: afoxé (12)
Jorge da Cruz: pandeiro
Juarez: sax tenor
Luis Bezerra: sax tenor
Netinho: sax alto e clarinete
Márcio Montarroyos: trompete
Maurílio: trompete
José Alves: violino
Aizik: violino
Arlindo Penteado: viola
Watson Clis: cello
arranjos: Pepeu Gomes
arranjos de cordas, metais e regência: Paulo Machado
direção artística: Jairo Pires
direção de produção: Carlos Alberto Sion
gravado nos Estúdios CBS, RJ, em 8 canais, em junho de 1978
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Pepeu Gomes, começou sua carreira no grupo Os Leifs, rebatizado para A Cor do Som, que acompanhou os Novos Baianos e depois o integrou. Excelente guitarrista, Pepeu por muito tempo fez a direção musical dos Novos Baianos. Geração de Som é um LP instrumental, dedicado a temas brasileiros e algumas faixas sob a influência do rock brasileiro à moda dos Novos Baianos. Destaco "Malacaxeta", sonzeira pra balançar com gosto!
01 - La reine congo (Ritmo Congo) Folclore
02 - Ioun sel badio (Canción de cuna) Folclore
03 - M'innocent (Ritmo Yanvalou) Beauvour Jean Claude
04 - Vieux coin
(Lamento) Folclore
05 - Ma pral mare lalo (Calenda) Folclore
06 - Nostalgie haitienne (Merengue Calipso) Martha Jean Claude
07 - Nibo(Ritmo Banda) Loudevic Lamothe
08 - Erzulie nenem oh (Ritmo Vodou) Auguste Depradone
09 - Marassa eiou (Lamento) Folclore
10 - Erzulie malade
(Ritmo Yanvalou) Folclore
11 - Invocation a Haiti (Lamento Vodou) Folclore
12 - Kriminel o gran boua
(Ritmo Banda) Folclore
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Esta cantora haitiana comprometida com a música e história de seu povo, deu início a sua carreira em 1953. Está exilada em Cuba há muitos anos, onde gravou este trabalho. Trata-se de um LP com canções populares haitianas, de domínio público e autorais cantadas em crioulo, uma mistura de francês com vários dialetos africanos. Esse trabalho foi originalmente digitalizado pelo blog los que no se consiguen, um espaço bem bacana para pesquisar. Aproveitamos para dar nossa contribuição nas imagens da capa e no áudio. Nunca é demais ressaltar que muitas faixas são "primas" de nossas canções populares tradicionais, variando entre o jongo e carimbó.
Abaixo seguem notícias da campanha pela retirada das tropas da ONU do Haiti.
Haiti – Jornada de Apoio ao povo haitiano pela retirada das tropas da Minustah Uma Comissão Internacional de Investigação, com representantes de 5 paises, incluindo o Brasil, esteve no Haiti em setembro passado para averiguar a situação no país caribenho, que se encontra ocupado por tropas da ONU (Minustah) desde 2004, lideradas pelo Brasil. A Comissão Internacional é patrocinada por Eduardo Galeano (autor do livro “As veias abertas da América Latina”) que enviou mensagem na qual dizia “Pouca gente se recorda que o Haiti foi o primeiro país verdadeiramente livre nas Américas. Livre do poder colonial e da escravidão. Atualmente, Haiti, país pobre entre os pobres, digno entre os dignos, sofre as consequências da longa guerra de libertação, da monocultura do açúcar e dos devastadores do FMI e do Banco Mundial. O Haiti merece melhor destino.” Do Brasil, estiveram presentes Barbara Corrales (PT SP) e Julio Turra (CUT). Para apresentar os resultados desta Comissão foram realizadas diversas atividades.
São Paulo - Ato de Prestação de Contas da Comissão Internacional de Investigação realizado na Assembléia Legislativa de São Paulo, a convite do “Comitê Defender o Haiti é defender a nos mesmos” foi patrocinado por MST, MNU Movimento Negro Unificado, Deputado Estadual José Candido (PT/SP), Deputado Estadual Adriano Diogo (PT/SP), Juventude Revolução (IRJ), Markus Sokol (DN Partido dos Trabalhadores), Claudinho (Secretário Estadual de Combate ao Racismo PT/SP). Julio Turra apresentou os resultados da Comissão de Investigação. Em destaque, a participação de companheiros da Bolívia, Colômbia, Venezuela e Haiti, da delegação da Escola de Formação do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) e de Joaquim Piñero, da SRI do MST. Jose Luis Patrola, militante da Brigada Dessalines, do MST, que está no Haiti desde o inicio de 2009, enviou carta de solidariedade a atividade na qual dizia “desembarcamos, no dia 29 de janeiro, sem balas, sem tanques e sem fuzis. Desembarcamos quatro companheiros sem as armas da guerra, sem as armas que muitos brasileiros já trouxeram em suas malas e as apontaram contra o povo… Desembarcamos, no dia 29 de janeiro, com nossas sementes, unidas com as sementes produzidas nestas terras... Nossa luta unida com a luta deles. Nossa bandeira hasteada com a bandeira deles. Nossa vitória unida com a vitória deles. Nosso continente unido..." O deputado José Candido colocou seu mandato e seu gabinete a disposição da campanha pela retirada das tropas do Haiti. O comitê decidiu que vai participar da Marcha da Consciência Negra (20/11) com a bandeira da retirada das tropas e por proposta de Milton Barbosa, do MNU, realizará atividade na Assembleia Legislativa dia 27/11.
Brasília - Markus Sokol, delegado a Conferência de Dezembro de 2008, apresenta o apoio ao povo haitiano e pede a retirarada das tropas da Minustah na abertura formal no debate do PED dos candidatos a Presidente Nacional do PT, atividade que contou com 400 presentes.
União Nacional dos Estudantes (UNE) – em reunião da direção nacional, foi aprovada, a partir de proposta de jovem militante da Juventude Revolução-IRJ, Moção pela Retirada das Tropas do Haiti. “A UNE definiu em seu 51º Congresso apoiar a Comissão de investigação sobre o Haiti, que esteve naquele país e contou com um delegação de 5 países – entre eles o Brasil – para investigar qual a real relação das tropas da ONU, com a população Haitiana. A comissão ouviu diversas organizações populares e sindicais, trabalhadores e estudantes e concluiu que as tropas da ONU, sob o comando de tropas brasileiras, afetaram a economia, a democracia e infringiram direitos humanos. Diante disso, a União Nacional dos Estudantes, que sempre lutou pela soberania dos povos, se soma a luta pela retirada das tropas da ONU do Haiti, exigindo do governo Lula, uma ação neste sentido.”
1 - Dia de mar azul João Bá - Barbatana - Kapenga Voz: Barbatana e Titane 2 - Visão da nascente, vivendo os caminhos do rio São Francisco João Bá - Gereba Voz: João Bá e Gereba 3 - Benedita lavadeira João Bá 4 - O menino e o mar João Bá Voz: Douglas Moita 5 - Mico leão dourado João Bá - Hermeto Pascoal Voz e texto: João Bá 6 - Rede de varanda João Bá - Gereba 7 - Circo das ilusões João Bá - Klécius Albuquerque Voz: Klécius, João Bá e Luanda 8 - Facho de fogo João Bá - Vidal França Voz: João Bá e Vidal França 9 - Ladainha de Canudos João Bá - Gereba Voz: Roze 10 - Menino da roça João Bá - Dércio Marques Voz: João Bá 11 - Cavalo marinho João Bá, Gereba Voz: Gereba 12 - Ribeirão das águas claras João Bá Voz: Lila e João Bá 13 - Terno do boi janeiro João Bá - Klécius Albuquerque Voz: Lila, Kátia Teixeira e Mazé 14 - Tempo de novena João Bá - Dércio Marques Voz: João Bá, Dércio Marques, Guru e Vidal França 15 - Beleza das imburanas João Bá Voz: João Bá e Lila 16 - Desenho animado João Bá - Lila Voz: Lila 17 - Noite de São João João Bá - Lila Voz: João Bá e Lila 18 - Lampião no mucambo João Bá - Dinho Nascimento Voz: João Bá e Dinho Nascimento 19 - Boi da beira João Bá - Jordano Mochel Voz: Dércio Marques, Guru e João Bá
Músicos Klecius Albuquerque - Capenga - Zé Gomes - Gereba - Fernando Farias - Toninho Carrasqueira - Hermeto Pascoal - Oswaldinho do Acordeon - Dinho Nascimento - Cesar do Acordeon - Vidal França - Manoel Pacífico - Galba - Dércio Marques - Luiz Seleguim - Márcio Pereira
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"Nascido na cidade de Crisópolis, sertão baiano, Bá carrega em suas veias o talento artístico de muitos de seus conterrâneos. Poeta, ator, compositor e cantador, dos bons, desde os 12 anos. Tem mais de 200 músicas, sendo que muitas delas foram gravadas por artistas de primeira grandeza no cenário musical do País por exemplo Diana Pequeno, Dércio Marques, Marlui Miranda, Almir Sater e o lendário Hermeto Paschoal. Desde 1966 ele se apresenta em shows e festivais em universidades de todo o Brasil. Pode-se destacar o Festival da TV Tupi com a música "Facho de Fogo" , uma parceria com Vidal França e defendida por Diana Pequeno. Paralelamente a sua carreira musical Bá trabalha como ator treatral e cinema, tendo atuado no épico filme Lampião, como ator e compositor da trilha sonora. Para TV, em 1984 escreveu o especial "Cercanias de Canudos" exibido pela TV Cultura de São Paulo, e foi considerado o melhor seriado do ano. Já em 1985 apresentou "Casa de Cantadores", na mesma TV Cultura, e arrebatou sucesso de crítica e audiência. No ano seguinte, Bá, gravou para um canal de televisão francesa o especial "Casa de farinha"". Fonte
João Bá deveria ser chamado João Bom, haja vista a pessoa boníssima que é, inspirada e inspiradora. Gravou o seu primeiro Carrancas em 1988, um LP, em 1994 junta-o ao Carrancas II já no "moderno" CD. Depos vieram o CD "Ação dos Bacuraus cantantes" e "Pica Pau Amarelo".
Esse Carrancas espanta os maus espíritos com canções maravilhosas e participações especiais cheias de magia. A harmonia é a mesma que já vi acontecendo ao vivo em suas apresentações .
Aguardem, já já sai um novo projeto com suas lindas composições infantis!
01 - Arauto Galvão Frade e Pio Filho 02 - Canoa Dito Geraldo 03 - Dona do salão Elpídio dos Santos e Conde 04 - Festas, fogos, para raios Galvão Frade e Marco Rio Branco 05 - Quem dera! Galvão Frade 06 - a) Fulia Mestre Luiz de Catuçaba b) Cai sereno (na rama da mandioquinha) Elpídio dos Santos e Conde 07 - Você vai gostar Elpídio dos Santos 08 - Nhôlambis (instrumental) Galvão Frade - Osnir Perdigão 09 - Saudade danada Elpídio dos Santos - Osnir Perdigão 10 - Desde aquele carnaval Dito do Bem - Galvão Frade 11 - Bobão Benedito de Paula 12 - Uma das bandas da bunda Marco Rio Branco 13 - Arauto II Galvão Frade - Pio Filho
Grupo Paranga Pio, Parê, Negão, Renata, Galvão, Nena, e Nhô
Participação especial Pauleca, Quadô, Quica, Gordo, Irmãos Zamith, Marquinho, Thar e Tota
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Em meados da década de 70, Negão, Pio, Parê e Nena – filhos do compositor Elpídio dos Santos, compositor preferido de Mazzaropi – e mais alguns jovens de São Luís de Paraitinga resolveram criar um grupo para canalizar a intensa produção musical da região. Influenciados também pela atmosfera libertária da contracultura, misturaram as folias populares ao rock'n roll e formaram o Grupo Paranga.
"No começo da década de 80 – paralelamente à cena pop-rock, em que bandas como Titãs, Ultraje a Rigor e Ira! comandavam a festa –, vinha à tona o que veio a se chamar de Vanguarda Paulistana: movimento de cunho experimentalista, que trabalhava letras de humor refinado, ao mesmo tempo que fundia as raízes musicais brasileiras ao rock e à música erudita contemporânea. Foi no principal reduto desse movimento, o Teatro Lira Paulistana, que o mosaico musical do Paranga ganhou maior acolhida de público, os luizenses marcando época ao lado de artistas como Arrigo Barnabé, Itamar Assunção e grupos como Premeditando o Breque, Rumo e Língua de Trapo."Fonte
Em 1982 é lançado o LP "Chora viola, canta coração", o qual teve boa aceitação de público e crítica, impulsionando a carreira do grupo que tão bem nos apresentou essa salada caipira. Nota-se no disco a presença de "marchas" com sotaque diferente, traço marcante do carnaval de São Luís que atrai milhares de turistas para brincar em suas ruas a cada novo fevereiro.
1 - Voodoo Drums 2 - Nibo Rhythms 3 - Prayer To Shango 4 - Petro Rhythms 5 - Nago Rhythms 6 - Invocation To Papa Legba 7 - Dahomey Rhythms "The Paul'L" / Maize Rhythm / Diouba Rhythm "Cousin Zaca"
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Debate sobre situação no Haiti - 10º Concut - 05/08/2009
Ao contrário do que noticiam os meios de comunicação como as TV 's Globo e Record, sindicalistas haitianos afirmam que as tropas brasileiras são responsáveis (ou seja o Governo Brasileiro, logo o comandante Lula) pelas agressões e mortes do povo haitiano, ocorridos nos confrontos que acontecem contra manifestações pacíficas. Nestas manifestações, um instrumento da luta democrática, os haitianos defendem melhorias da qualidade de vida, combatem as terceirizações e desregulamentação de direitos ou lutam pelo aumento do salário mínimo. Não há conflito entre gangues e máfias, o que existe é o enfrentamento de uma minoria haitiana elitista associada aos interesses milionários que oprimem a maioria da população haitiana. Portanto, as tropas brasileiras estão a serviço dos interesses patronais e do imperialismo contra a maioria do povo haitiano. Uma ajuda humanitária se caracteriza por investimentos, máquinas, mão de obra especializada e não tanques, fuzis e botas pisoteando a soberania e a autodeterminação do povo haitiano.
Àqueles que duvidam, os companheiros Louis Fignolé Saint-Cyr e Raphael Dukens fazem um convite: "Quem não está convencido venha ao Haiti e veja, componha a Comissão de Investigação Internacional" (que irá ao Haiti de 16 a 20/09).
A seguir, um resumo da estada de Louis e Raphael pelo Brasil.
"Dirigentes sindicais haitianos divulgam Comissão de Investigação Internacional e pedem Retirada das Tropas.
A convite do 10º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Louis Fignolé Saint-Cyr, secretário geral da Central Autônoma dos Trabalhadores do Haiti (CATH), e de Raphael Dukens, secretário geral da Confederação dos Trabalhadores do Setor Público (CTSP), ambos organizadores da conferência internacional Defender o Haiti é defender a nós mesmos, realizada em Porto Príncipe (Haiti) em dezembro de 2008, estiveram no Brasil para divulgar a Conferência Internacional de Investigação (C.I.I.) que irá no Haiti (16 a 20/09) para que se possa verificar no próprio Haiti a situação decorrente da presença das tropas. (Ver entrevista dos sindicalistas no site ca CUT http://www.cut.org.br/content/view/15984/).
País ocupado por tropas da ONU sob comando brasileiro, desde 2004, o Haiti tem sido palco de inúmeras manifestações populares e sindicais, em geral reprimidas por essas tropas, inclusive com mortos e feridos, de modo que cresce o movimento em defesa da soberania exige a retirada das tropas da ONU.
No dia 4 de agosto os dirigentes haitianos gravaram entrevista para a TV Assembléia, em São Paulo, juntamente com o deputado José Candido (PT/SP) e com Markus Sokol (Diretório Nacional do PT).
No dia 5, estiveram presentes numa reunião pública com uma centena de delegados do CONCUT, em cuja mesa estavam (abaixo, foto da esquerda) : Claudinho (Secretário Combate ao Racismo PT/SP), Marcelo Buzetto (MST), Bárbara Corrales (Comitê Defender o Haiti é defender a nós mesmos), ), Louis Fignolé Saint-Cyr (CATH), Julio Turra (CUT), Raphael Dukens (CTSP), Milton Barbosa (MNU) e o deputado Jose Candido (PT/SP).Guilherme Gonçalves/CUT PR Sindsep-DF/Jane Franco.
No dia 6, já em Brasília, juntamente com Markus Sokol, (fota acima , a direita) foram recebidos pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Luiz Couto (PT-PB), pelo vicepresidente Pedro Wilson (PT-GO) e pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE), que se comprometeram com a realização de uma audiência pública para discutir a atuação das forças da ONU no Haiti, em especial a participação de tropas brasileiras.
A Comissão de DH decidiu propor comitiva da Câmara Federal para integrar a Comissão Internacional de Investigação. (www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1543&itemid=56)
Já em 7/08 participaram em Jundiaí (SP), de uma marcha do MST que reuniu mais de mil trabalhadores, onde foram calorosamente saudados. Em nome do Acordo Internacional dos Trabalhadores, fizeram um convite à participação do MST no C.I.I.. Os haitianos explicaram que reivindicam a retirada das tropas brasileiras, pois seria muito mais importante que o Brasil ajudasse o nosso país a construir escolas e hospitais do que atuar com tropas militares.
Participaram ainda de uma reunião com a Secretaria de Relações Internacionais da CUT, onde João Felício, pela CUT, se dispôs a integrar a C.I.I.. E também fizeram contato com o Partido dos Trabalhadores, na Secretaria de Relações Internacionais do PT, com Valter Pomar, que se dispôs a levar a proposta da C.I.I. à Comissão Executiva Nacional do PT. O site do PT noticiou a presença dos sindicalistas. (www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=80107&Itemid=195)"
1 - Moritat (Die Moritat von Mackie Messer) Bertolt Brecht - Kurt Weill 2 - Alabama-song Weill - Brecht 3 - Jenny dos Piratas ou sonhos de uma camareira (Die seeräuber-Jenny) Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset-Luiz Galizia 4 - Moritat 5 - Balada do soldado morto (Legende vom toten soldaten) Kurt Schwaen - Bertolt Brecht - Vs: Cacá Rosset 6 - Moritat 7 - Canção do vendedor de vinho (Das lied von branntweinhändler) Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset 8 - Surabaya Johnny (Das lied vom surabaya - Johnny) Weill - Brecht - Vs: Duda Neves-Silvia Vergueiro 9 - Moritat 10 - Benares-song Weill - Brecht 11 - Havana-Lied Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset 12 - Moritat 13 - Canção de Salomão (Salomo-Song) Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset-Luiz Galizia 14 - Bilbao song (Das lied von Bilbao song) Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset 15 - Balada dos piratas (Ballade von den seeräubern) Kurt Schwaen - Bertolt Brecht- Vs: Juarez Porto 16 - Moritat 17 - Em um berço tão dourado Weill - Brecht - Vs: Cacá Rosset-Luiz Galizia 18 - Moritat
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Eu tinha essas gravações em arquivos extraídos precariamente de um LP há quase dez anos. Recentemente, uma amiga distante me pediu pra ouvir LP's antigos da Cida, pois teria um trabalho a fazer.Essa foi a deixa pra postar a Cida cantoratriz!
Soube que em breve sairá uma caixa com suas principais produções, tomara que seja verdade!
"Cantora e pianista paulista, Cida Moreyra começou sua carreira na década de 70, trabalhando em teatro e musicais. O primeiro disco, "Summertime", independente e ao vivo, foi lançado em 1981 com clássicos do blues e do jazz norte-americano, além da versão censurada de "Geni", de Chico Buarque. Desde então gravou outros LPs e CDs, alguns dedicados a compositores, como "Cida Moreyra Interpreta Brecht" e "Cida Canta Chico". Fonte
1 - Louisiana August-Duncan 2 - Help Lennon-McCartney 3 - That's my love for you Alan-Roberts-Harris 4 - The resurrection shuffle Tony Ashton 5 - Janie slow down White-Laine 6- Susie Terry Johnson 7 - The monkey song E. Welch 8 - Sarabande Scott–Beggar’s Opera 9 - Mr. Universe Burrowes 10- What you want August-Duncan
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Há alguns anos eu vi uma exposição de obras vanguardistas do fim dos anos 60. O autor era tratado como um mito, desaparecido no tempo e envolvido na áurea de combate à ditadura. Pois bem, seria apenas mais um se ao final da exposição eu não tivesse descoberto que a exposição o autor e suas "obras" não passavam de invenção de uma moça-pesquisadora que questionava: o que é arte, o suporte, o registro, o artista?
Lembrei desse episódio ouvindo o Kris Kringle. Eu não conhecia esse som. Se me dissessem que era uma fase do Creedence eu acreditaria. Alerta! E se os mitos construídos começarem a se multiplicar com a internet? E se as "raridades" se desmistificarem? E se cada ouvinte puder ter sua própria conclusão, sem a pressão dos preços fetichizados pelos donos de sebos e colecionadores (ou seriam especuladores?)?
O Sílvio Atanes me mandou esse disco, estou ouvindo e gostando cada vez mais, principalmente pelo efeito empático que me provocou. Imagíno-me chacoalhando a cabeleira numa domingueira com essa maravilha de banda botando pra quebra ao vivo, com inglês virtual e tudo mais. Minha parca memória auditiva me alertou para "Susie" (eu já ouvi isso! Será que foi num baile dos Fevers?). Aos fatos! O Sílvio é bom nisso e dá conta da história com seu ótimo artigo abaixo!
"Memphis, de Pinheiros para o mundo
Na pré-história do pop brasileiro, desponta o seminal grupo Memphis, nascido não na terra de Elvis Presley, mas nos bairros de Pinheiros e Aclimação, em São Paulo, no fim dos anos 1960. Com o término do igualmente jurássico Colt 45, os remanescentes Dudu França, Marcos Maynard e Xilo (Juvir M. Moretti), convidaram Nescau (Marco Antônio Fernandes Cardoso), Cláudio Callia e Niccoli (Alberto Niccoli Jr.) para formar outro conjunto de rock. Assim nasceu o Memphis, que estreou no Círculo Militar, em 1968. Dudu também tocava bateria e era o cantor; Maynard tocava guitarra-base; Xilo, guitarra-solo; Nescau, baixo; Nicolli, bateria; e Callia, teclados.
Os membros do Memphis também gravaram com nomes de outros grupos, como Beach Band, Baby Joe, Kris Kringle, Lee Jackson e Moon & Stars. Era a saída para aumentar a oferta e vender mais discos, já que o mercado e, principalmente, as emissoras de rádio pediam músicas em inglês. Essas músicas faziam um tremendo sucesso nos bailes de domingo à tarde, especialmente no Clube Pinheiros e no Círculo Militar, os templos máximos das domingueiras dançantes paulistanas.
Quando o Memphis estava prestes a gravar o primeiro single, "Sweet Daisy", o tecladista Callia deixou o grupo. Rapidamente, Maynard, conhecido como Marcão, assumiu a vaga do órgão para os shows e convocou Otávio Augusto Fernandes Cardoso, o Otavinho, irmão de Nescau, para a segunda guitarra. Outro conhecido nome na cena dos bailes paulistanos na virada dos anos 1970, Otavinho participou das sessões de gravação de "Sweet Daisy"/"Goodbye", quando também assumiu os teclados. Lançado em novembro de 1971, o compacto de vinil, com produção de Cesare Benvenuti, foi um grande sucesso. Benvenuti era o papa das gravações em inglês do lendário selo Cash Box (Discos Copacabana).
Lee Jackson bombou nas paradas
Em seguida, gravaram, com o pseudônimo Lee Jackson, o compacto "Oh oh la la la". A música marca o início da parceria de Otávio Augusto, o futuro fazedor de hits em série Pete Dunaway, com o escocês Robert Duncan. As duas faixas da bolachinha do Lee Jackson ("Oh oh..." e "I found myself alone") levam a assinatura de Otavinho, que aparece como "August", e Duncan. No lado B, Otavinho assume os vocais, dando um trailer de sua grande extensão vocal. Em 1972, Otavinho, lançado pelo produtor musical Cayon Jorge Gadia (Rádio Difusora AM 960 KHz, de São Paulo), assume o pseudônimo de Pete Dunaway – na música-tema da novela “Bel-Ami”, da TV Tupi.
Por causa do êxito de “Oh oh...”, que bombava nas rádios, Maynard resolve deixar o Memphis. Depois do lançamento desse single com a formação do Memphis, Marcão se junta ao pessoal do Amheba e monta um grupo de fato com o nome Lee Jackson. O conjunto contava com: Luiz Carlos Maluly (guitarra, craviola e harmônica): Maynard (teclados); Sérgio Lopes (baixo e sintetizador); Cláudio Condé – o “Italiano” – (depois substituído por Raymond Mattar, vocal); e Felipe Dib Neto, (bateria, em seguida, Marco Aurélio Bissi). A carreira vitoriosa do Lee Jackson começou com o compacto “Hey girl”, sua marca registrada, lançado em 1972. O auge do Lee Jackson é o LP “Rock Samba” (1976), produzido no Brasil pelo lendário Bill Haley.
Memphis fez escola
O Memphis, do qual ainda participariam Osvaldo Rizzo Filho (percussão), o guitarrista Wander Taffo e o baterista Gel Fernandes (futuros Rádio Táxi), Hélio Eduardo Costa Manso (também conhecido como Steve MacLean, que tocaria no grupo Sunday, teclados e vocais) e Carlos Alberto Marques, o Carlinhos (guitarra, vocal, flauta e sax), gravou mais três compactos: os simples "Going next to the one I love"/"Nature! Nature!", de 1972; “Such a beautiful day”/“Love at first sight”, de 1973; e o duplo "My world is you"/"Floating words"/"I wonna be happy"/"Get back", de 1974.Ainda nesse ano, Pete Dunaway lança seu primeiro e bem-sucedido LP solo, puxado pelo hit arrasa-quarteirão “You’re the reason”, o que consolida sua carreira.
Em 1978, Dudu França estouraria nacionalmente com “Grilo na cuca”. Nos compactos do Memphis, Dudu França era Joe Bridges, uma tradução brincalhona de seu nome de batismo, José (Joe) Eduardo França Pontes (Bridges). Nos discos, Carlinhos também aparecia como Charlie, Charles Marx ou Mr. Charlie. Ele é o autor do maior sucesso do Memphis, “Sweet Daisy”. Nos anos 80, o Rádio Táxi de Wander Taffo e Gel Fernandes invadiria as paradas com megassucessos como “Garota dourada” e “Eva”.
O legado
Missão cumprida, o Memphis duraria até 1976. Com a alvorada da Era Disco nos pés de John Travolta e nos vocais edulcorados dos Bee Gees, todo mundo só queria saber dos embalos de sábado à noite. A porta dos clubes se fechara para os conjuntos. Era o fim das românticas domingueiras.No encarte do CD triplo “Rock ‘n’ Roll Celebration”, de 2001, Dudu, em inspirado depoimento a Pedro Autran, resumiu a importância do Memphis na história do pop brasileiro: “O Memphis era para nós uma coisa até mágica. Nós tínhamos a convicção de que éramos os melhores. E, na realidade, tínhamos um vocal e um instrumental muito bom, principalmente quando eu, o Otavinho e o Carlinhos fazíamos a linha de frente do vocal. Depois, tivemos outra fase muito boa, com o Wander Taffo na guitarra, o Hélio Costa Manso nos teclados, o Gel (Gelson Luiz Fernandes) na bateria, o Nescau e eu tocando flauta. Até aprendi expressão corporal para ficar lá na frente. Para mim, foi uma escola, que me ajuda até hoje. Era uma superbanda.”" por Silvio Atanes
The aerosol grey machine Van der Graaf Generator - 1969
1 - Afterwards 2 - Orthenthian St 3 - Running Back 4 - Into A Game 5 - Ferret and Featherbird 6 - Aerosol Grey Machine 7 - Black Smoke Yen 8 - Aquarian 9 - Giant Squid 10 - Octopus 11 - Necromancer
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Há alguns dias minha amiga Estela me visitou e trouxe três LP's importados do Van der Graaf. LP's comprados a prestação, só levados pra casa após a última parcela. Durante a adolescência era comum ficarmos na mão dos lojistas de discos.
Enfim, Estela me trouxe suas novas contribuições ao Criatura de Sebo. Convenceu-me a postar essa banda com as seguintes afirmações: "você é o meu último amigo que ainda gosta de rock progressivo" e "daí que já tem Van der Graaf em outros blog's, ainda não foi postado no Criatura". Comovido, cá estou eu roendo os belos trabalhos do VGG. Começemos pelo começo...
"O grupo se formou em 1967 enquanto seus integrantes estudavam na Universidade de Manchester. O trio era composto por Peter Hammill (vocais, guitarra), Nick Pearne (órgão) e Chris Judge (bateria e instrumentos de sopro). Eles conseguiram um contrato com uma gravadora, lançando apenas um compacto ("The People You Were Going To") antes de se separarem no final de 1969. Pearne foi substituído por Hugh Banton. No final de 69 um novo Van der Graaf Generator foi formado durante a gravação de um álbum que originalmente pretendia ser um lançamento solo de Hammill, "The Aerosol Grey Machine".
Algumas mudanças de formação (e no estilo do som do grupo, rotulado de obscuro e pesado) estabilizariam o Van der Graaf, que viajou em turnê intensa no começo dos anos 70. Em 1972 dificuldades financeiras minaram a carreira do grupo e Hammil seguiu carreira solo, apesar de seus antigos companheiros continuarem contribuindo com ele. No final dos anos 1970 o Van der Graaf passou por várias saídas e entradas de integrantes novos e antigos, o que ocasionalmente desestabilizou a carreira do grupo. A formação clássica de Hugh Banton, David Jackson, Guy Evans e Peter Hammill retornou em 2003. Esta reunião levou os músicos a considerarem o retorno de vez aos palcos." (texto a partir da wikipédia) Mais informação, aqui!
1 - La quinte estampie reale Anon., French 13th centuryoriental shawn, nakers JB 2 -Pax in nomine Domini! Marcabru first crusade / 1137 tenor solo, chorus, treble & bass rebecs 3 - Parti de mal Anon., French third crusade / 1189 counter tenor JB, citole 4 - Chevalier, mult estes guariz Anon., French second crusade / 1147 baritone solo, chorus, recorder, treble & bass rebec, tabor CH 5 - Chanterai por mon corage Guiot de Dijon third crusade / 1189 soprano, flute, lute, bass rebec, harp 6 - Danse Real Anon., French 13th century bagpipes solo 7 - Sede, Syon, in pulvere Anon., French c. 1195 tenor solo 8 - Palästinalied Walther von der Vogelweide sixth crusade / 1228 counter tenor JB, lute, harp 9 - Condicio - O nacio - Mane prima Anon., French 13th century 2 counter tenors, treble & bass rebecs, crumhorn, nakers CH 10 -O tocius Asie Anon., French crusade of 1248 2 counter tenors, treble & bass rebecs, organ 11 - La uitime estampie reale Anon., French 13th century treble rebec solo, bass rebec, citole, tabor JB 12 - Cum sint difficilia Anon., French crusade of 1248 tenor, baritone, bells, organ 13 - Li noviaus tens Le Châtelain de Coucy third crusade / 1188-91 counter tenor JB, recorder, lute, bass rebec, harp 14 - Fortz chausa es Gaucelm Faidit lament in the death of Richard Coeur-de-Lion 1199 tenor, bass rebec, lute, harp 15 - Je ne puis - Amors me tienent - Veritatem Anon., French 13th century 2 counter tenors, medieval bells, crumhorn 16 - Ahi! Amours Conon de Béthune third crusade / 1188 tenor, treble & bass rebec, lute, tabor CH 17 - La tierche estampie reale Anon., French 13th century bass rebec solo, treble rebec, lute, tabor JB 18 - Ja nus hons pris Richard Coeur de Lionsong of captivity 1194 counter tenor JB, harp 19 - Au tens plain de felonnie Thibaut de Champagne crusade of 1239 I. tenor, lute, treble rebec II. recorder, lute, rebec, tabor CH
Músicos Christina Clarke (soprano), James Bowman (countertenor), Charles Brett (countertenor), Nigel Rogers (tenor), Geoffrey Shaw (baritone), David Munrow (recorder, flute, shawn, crumhorn & bagpipes), Eleanor Sloan (treble rebec), Oliver Brookes (bass rebec), James Tyler (lute & citole), Gillian Reid (bells), Christopher Hogwood (harp, organ, nakers & tabor), James Blades (nakers & tabor)
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Temos aqui uma gravação antiga, mas o senso de ritmo e da sinceridade da execussão ultrapassa séculos. Neste disco há intérpretes que se tornarão famosos depois. Esta é uma explicação para a excelência deste disco. Outra é a presença de David Munrow, jogando com um extraordinário virtuosismo e respirando vida em todas as peças. Seus arranjos são sempre inteligentes e perfeitamente reproduzidos ("La quinte estampie reale"), o som da flauta suave e encantadora ("Chanterai por mon corage"), a escolha dos instrumentos, os tempos, as peças escolhidas para ilustrar as cruzadas, tudo contribui para termos a dimensão dessa era.
Esse disco é um ótimo registro musical de assassinatos e pilhagem abençoados pelas classes dominates da época. Uma trilha sonora para a santa carnificina! Alguma sugestão para trilha sonora da cruzada atual (Afeganistão, Iraque, Irã)?
01 - You're Gonna Miss Me The Thirteenth Floor Elevators 02 - Everybody's Gonna Be Happy The Kinks 03 - I'm Wrong About Everything John Wesley Harding 04 - Oh! Sweet Nuthin The Velvet Underground 05 - Always See Your Face Love 06 - Most Of The Time Bob Dylan 07 - Fallen For You Sheila Nicholls 08 - Dry The Rain The Beta Band 09 - Shipbuilding Elvis Costello & The Attractions 10 - Cold Blooded Old Times Smog 11 - Let's Get It On Jack Black 12 - Lo Boob Oscillator Stereolab 13 - Inside Game Royal Trux 14 - Who Loves The Sun The Velvet Underground 15 - I Believe (When I Fall In Love It Will Be Forever) Stevie Wonder
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A sinopse do filme é mais ou menos essa: "Rob Gordon (John Cusack) é o dono de uma loja de música à beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade."Fonte