domingo, 21 de maio de 2017

Solo - 1987 - André Geraissati


1 - Lobo
2 - Flores De Fumaça
3 - Fogo Eterno
4 - Outono I
5 - Nana Naná
6 - Ausência
7 - Nogueira
8 - Lívia
9 - África
10 - Três Marias
11 - Lenha
12 - Américas
13 - Grãos De Areia
14 - Lâmina
15 - Pulsar
16 - Luz De Seda
17 - Outono II
18 - Embrujo

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No fim da década de 70 fez parte do Grupo D'Alma com Ulisses Rocha, Rui Salene, Mozart Melo e Cândido Penteado em momentos diferentes. André Luiz Geraissati nasceu em São Paulo, em 1951, é dono de um apuro técnico e interpretativo admirável. Geraissati tocou com Egberto Gismonti, Eduardo Agni, Amilson Godoy entre outros nomes da Música Popular Brasileira. Como compositor, gravou as cerca de sessenta músicas que criou. Este é um LP duplo, contendo obras preciosas do seu repertório.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Ausência

Continuidade... 1980 - Antônio Adolfo


01 - Até que venha o amor
Antônio Adolfo
02 - Já é hora
Antônio Adolfo
03 - A cada dia que passa
Antônio Adolfo
04 - Outro tom
Antônio Adolfo
05 - Venha no passo
Antônio Adolfo
06 - Valsa para Yolanda
Antônio Adolfo
07 - Deixa a fonte despejar
Antônio Adolfo
08 - Xote da integridade
Antônio Adolfo
09 - Morê, Morena
Antônio Adolfo

Participação
Viva Voz - Emílio Santiago - Hyldon - Regininha -  Sílvio César 

Músicos
Antônio Adolfo - José Carlos - Leo Gandelman - Jamil Joanes - João Cortez - Mário Negão - Picolé - Bidinho - Serginho - Chiquinho - Zé Luiz 

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O título deste LP define perfeitamente o seu conteúdo, trata-se da continuidade dos belos trabalhos consumados nos discos anteriores. Antônio Adolfo assina as composições e os arranjos de todas as faixas. O exemplar que possuo está cheio de clicks, mas ainda dá pra ouvir e vale o registro.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Xote da integridade

Patrulha do Espaço - 1982


01 - Colúmbia
Santana
02 - Bomba
Santana - Castello - Chermont
03 - Jeito agressivo
Santana - Castello - Chermont
04 - Festa do Rock
Depose - Castello
05 - Mar metálico
Kehl - Castello
06 - Cão vadio
Santana - Castello - Chermont
07 - Transcendental
Santana
08 - Meus 26 anos
Terpins - Baillot

Músicos
Dudu - Júnior - Sérgio

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A banda paulista, Patrulha do Espaço, estreou com Arnaldo Baptista no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo, em 1977. Arnaldo Baptista saiu em 1978, foi substituído por Percy Weiss nos vocais e a Patrulha realizou a gravação de seu primeiro álbum, um disco independente. Entre 1979 e 1985, a banda se consolidou como um valoroso trio de hard rock brasileiro. Chegaram a abrir os shows do Van Halen em janeiro de 1983, realizado no Ginásio do Ibirapuera. Durante esse período, gravaram três álbuns e um EP. Em 1985 contou com a participação do guitarrista argentino Pappo (Pappo's Blues, Riff e Aeroblus), que resultou na gravação do álbum Patrulha 85.

O dito renascimento do Rock Brasileiro, içado pela grande mídia com as bandas que mimetizavam o new wave e o pop, obscureceu a história de muitas bandas que vinham de outras propostas remanescentes dos anos 1970, seja com estéticas mais pesadas ou experimentais, mantendo a sua produção no ostracismo até o sufocamento. Apesar disso, a Patrulha do Espaço deixou a sua marca e continua sendo uma referência.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Bomba

domingo, 14 de maio de 2017

Picapau Amarelo - 2003 - João Bá

Postagem original: 24/12/2011


1 - Pica-pau-amarelo
João Bá 
2 - Reforma agrária dos anuns 
João Bá - Vidal França
3 - Cachoeira do Aracá
João Bá
4 - Estrada de Ouro
João Bá - Gereba
5 - 500 anos de mandioca (Mãedioca)
João Bá - Pereira da Viola
6 - Romance de Bartira
João Bá - Julian Tirado
7 - Bixo-da-seda
João Bá - Galba
Texto: Lagarta Bonita - João Bá
8 - O menino e o Peixe-boi
João Bá -Barretinho
9 - Abrolhos
João Bá -Lila
10 - Himalaia
João Bá 
11 - Anatomia Brejeira
João Bá - Vidal França
12 - Sombra (canção para os Cavaleiros Templários)
João Bá - Dércio Marques
13 - Rio Correntina 
João Bá - Lila
14 - Coluna Prestes
João Bá 
15 - Jacobina 
João Bá - Guru Martins 

Músicos
João Bá - Kátya Teixeira - Lila - Naná Correia - Danilo Marques - João Henrique - Jade Monalisa - Leo Bertelli - Luiza Abrantes - Jaqueline - Jacke Silva - Alessandra Estrela - Dani Lasalvia - Vidal França - Turcão - Jica - Oswaldinho do Acordeon - Pereira da Viola - Gereba - Julian Tirado - Mazé - Giba Araújo - Aissa Martins - Priscila Tessarini - Giovana Razuk - Gabriel Levi - Léo Bertelli - Barretinho - alexandre Calamari - Manoel Pacífico - Ciça Barreto - Du Barreto - Toninho Carrasqueira - Dinho Nascimento - Dércio Marques

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 O Homem Traça diz: ROAM!



Que moda! - 1979 - Passoca

Postagem original: 24/02/2008




01 - Pirapora
Antônio Celso Duarte
02 - Bicho de pé
Passoca - Renato Teixira
03 - Vida de operário
Marumby - D. Hilário Nhô Néco
04 - Guacyra
Hekel Tavares - Joracy camargo
05 - Que moda!
Passoca - Antônio Celso Duarte
06 - Viola braguesa
Passoca
07 - Ver/de/coração
Passoca - Touche
08 - Era na era
Passoca
09 - Pressa de violeiro
Passoca - Antônio Celso Duarte
10 - O pardal
Passoca

Músicos
Sérgio "Mineiro", Carlão de Souza, Fauso Aguiar, Rodolpho Grani Jr., Dudu Portes, Cláudio Bertramy, Luiz Roberto Oliveira, Edmund Raas, Carlos Alberto, Grace Hendersson, Salvador Masano, Lambari, Antônio Del Claro, Pinheiro, Evandro, Roberto Sion

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Marco Antônio Vilalba, ou simplesmente Passoca (corrompendo propositalmente a ortografia "oficial"), nasceu em Santos, SP, em 21 de novembro de 1949. Cresceu em Ribeirão Pires e é formado em arquitetura.

"Quando estudante, sofreu influências da música de João Gilberto e Chico Buarque. Nos anos 1970 tocou no grupo
Flying Banana. Tocou bateria e violão, trocando esses instrumentos pela viola no final dos anos 1970, influenciado por Renato Teixeira e Almir Sater. Fez aberturas de shows de Ednardo e do grupo Bendegó." Fonte

Em 1978 lançou o primeiro compacto simples com as músicas "
Cão vadio" e "Sombras". Em 1979 lançou seu primeiro LP, "Que nada!". Sua música é marcada pela mistura de elementos da música "caipira" paulista e as influências da vida urbana.

O Homem Traça diz: ROAM!

   

Era na era

sábado, 13 de maio de 2017

PIAP - 1987



01 - Log Cabin Blues
George Green
02 - Variações rítmicas
Marlos Nobre
03 - Estudo para instrumentos de percussão
Camargo Guarnieri
04 - Ionisation
Edgard Varèse
05 - Second contruction
John Cage
06 - Third Construction
John Cage

Músicos
John Boudler - Alcides Trindade - Alfredo Lima - Carlos Eduardo Di Stasi - Catarina Domenici - Claudia Sgarbi - Eduardo Gianesella - Fernando Iazzetta - Luiz roberto Sampaio - Ricardo Righini - Richard Fraser - Sérgio Gomes 

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Eis o primeiro disco do PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes do Planalto), um celeiro de grandes percussionistas brasileiros! Aqui temos o resultado do II Prêmio Eldorado de Música, raramente concedido à música para percussão, mesmo para um grupo constituído numa universidade pública conceituada como a UNESP. Nesse LP temos de ragtime à música contemporânea, um repertório que ouvidos apurados e experimentalistas não podem deixar passar.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Log Cabin Blues

domingo, 7 de maio de 2017

Chico Canta Calabar - 1974 - Chico Buarque




01 - Prólogo
Chico Buarque - Ruy Guerra
02 - Cala a boca, Bárbara
Chico Buarque - Ruy Guerra
03 - Tatuagem
Chico Buarque - Ruy Guerra
04 - Ana de Amsterdam
Chico Buarque - Ruy Guerra
05 - Bárbara
Chico Buarque - Ruy Guerra
06 - Não existe pecado ao sul do Equador - Boi voador não pode
Chico Buarque - Ruy Guerra
07 - Fado tropical
Chico Buarque - Ruy Guerra
08 - Tira as mãos de mim
Chico Buarque - Ruy Guerra
09 - Cobra de vidro
Chico Buarque - Ruy Guerra
10 - Vence na vida quem diz sim
Chico Buarque - Ruy Guerra
11 - Fortaleza
Chico Buarque - Ruy Guerra

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Trilha sonora da peça teatral Calabar: o elogio da traição, escrita por Ruy Guerra e Chico Buarque, proibida pela censura da ditadura civil/militar (1964/1985), esse LP também traz as suas marcas sofridas pela ausência de democracia do período. Com a peça impedida de estrear em 8 de novembro de 1973, o disco seguiu com trecho de letras e palavras amputadas. O título original, que preservamos, foi limitado a Chico Canta, poi o acréscimo da palavra Calabar foi atribuída à sigla CCC, alusão ao Comando de Caça aos Comunistas. Em "Fado Tropical" a palavra sífilis teve de ser substituída por  "shishshis". A letra de "Vence na vida quem diz sim" teve desaparecer do encarte e a capa original foi substituída por uma capa branca numa segunda prensagem.

As canções são belíssimas, dirigidas por Dory Caimmy e arranjadas por Edu Lobo. 

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Bárbara

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Terra - 1980 - Nonato Luiz



01-Terra
Nonato Luiz - Sebastião Tapajós
02-Quadro
Nonato Luiz - Fausto Nilo
03-Mosaico
Nonato Luiz
04-Mulher Rendeira
Arranjo: Nonato Luiz
05-Minueto em sol maior
Nonato Luiz
06-Micheline
Nonato Luiz
07-Interlúdio
Nonato Luiz
08-Choro acadêmico
Nonato Luiz
09-Contemplação
Nonato Luiz
10-Mourisca
Nonato Luiz - Paulo Vaz
11-Tudo ou nada
Nonato Luiz - Fausto Nilo
12-Reflexões nordestinas
Nonato Luiz - Manassés

Participações
Fagner - João Donato - Bimba

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Raimundo Nonato de Oliveira Luiz, Nonato Luiz, nasceu no ano de 1952, em Aroeiras, um vilarejo pertencente ao município de Lavras da Mangabeira, região do Cariri, sul do estado do Ceará.

Embora componha desde o início dos anos 1970, seus primeiros registros se deram em 1979, na coletânea "Violão de Ouro", fruto de um festival de violão de mesmo nome, no qual Nonato participa com duas de suas composições: “Micheline” e “Allegro Concertante”. No mesmo ano, Nonato grava "Quatro prantos" no LP Soro, projeto de Fagner, abrangendo diversas linguagens artísticas.

O LP Terra é o seu primeiro trabalho solo, um disco essencialmente instrumental, com participações de Fagner e João Donato. Nesse trabalho constam alguns dos seus clássicos, como "Mosaico", "Reflexões Nordestinas" e "Choro Acadêmico".

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Terra

Antes do fim - 2017 - Belchior


01 - Aurora - Belchior e Ednardo (Massafeira - 1980)
Belchior - Ednardo
02 - Pagando pra ver - Belchior e Nonato Luiz (Canções - 2002)
Nonato Luiz - Abel Silva
03 - Como nossos pais - Luli e Lucina (Elis e Elas - 1995)
Belchior
04 - Ellis - Belchior e Bené Fontelis (Benedito - 1983)
Bené Fontelis
05 - Aguapé - Belchior e Fagner (Soro - 1979)
Belchior
06 - A Palo Seco - Ednardo (O Romance do Pavão Misterioso - 1974)
Belchior
07 - Noves Fora - Emílio Santiago (Amigos e Canções - 1998)
Belchior - Fagner
08 - Espacial - Teti (Teti - 1979)
Belchior
09 - Velha roupa colorida - Elis Regina (Falso Brilhante - 1976)
Belchior
10 - Sensual - Ney Mato Grosso (Feitiço - 1978)
Belchior
11 - Senhoras do Amazonas - João Bosco e Sérgio Mendes (Brasileiro - 1998)
Belchior - João Bosco
12 - Bossa em palavrões - Belchior (Ednardo, Amelhinha & Belchior  - Pessoal do Ceará - 2002)
Belchior
13 - Mucuripe - Lanny Gordin e Fernanda Takay (Duos - 2002)
Belchior
14 - Antes Do Fim - Belchior (Alucinação - 1976)

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Soube do seu desaparecimento definitivo na manhã do dia 30 de abril de 2017. Aguardei o dia passar para ver se se confirmava, afinal não é fácil de acreditar, com tantos boatos acerca desse personagem recentemente "notabilizado também pelo sumiço". É incrível também como as suas canções, passadas mais de quatro décadas ainda são atuais. Sim, "há perigo na esquina". Sim, "desesperadamente eu grito em português". Sim, "ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro". Sim, "as lágrimas do jovem são fortes como um segredo: podem fazer renascer um mal antigo". Sim, "amar e mudar as coisas me interessa mais".

Aqui, reunimos algumas canções gravadas por grandes nomes e participações de Belchior em discos diversos, um humilde meio que encontramos de nos despedirmos sentados ao seu lado nesse banco para um papo solto.

Com a aorta rompida em 29 de abril, após a grande greve geral de 2017, Belchior deixou o seu legado de poesia e música para os corações que ficam seguirem firmes na luta. Grato por tudo, companheiro!

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Aguapé

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Encontro Musical - 1978 - Antônio Adolfo



1 - Sá Marina 
Tibério Gaspar -  Antônio Adolfo
2 - Balada
Antônio Adolfo
3 - A volta do sanfoneiro 
Antônio Adolfo
4 - Um passeio da mente
Antônio Adolfo
5 - Em Brasília 
Antônio Adolfo
6 - Nas quebradas da vida 
Antônio Adolfo
7 - Leve como o vento 
Antônio Adolfo
8 - As coisas que tenho a dizer 
Antônio Adolfo
9 - Carola 
Antônio Adolfo
10 - O silêncio da montanha 
Antônio Adolfo
11 - Prelúdio em dó menor 
Antônio Adolfo
12 - Cançoneta 
Antônio Adolfo

Participações Especiais:
Rildo Hora - Erasmo Carlos - Joyce

Músicos:
Luizão - Tutti Moreno - Chico Batera - Jamil Jones - Zé Carlos - Edu Mello e Souza - Giancarlo Pareschi - José Alves da Silva - Alfredo Vidal - Walter Hack - Carlos Eduardo Hack - Aizik Merlach Geller - José Dias lana - Jorge Faini - Arlindo Penteado - Antônio Fidelis - Jorge Kundest Ranewisky

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Mestre da música instrumental brasileira, foi pioneiro nas gravações de LPs independentes desde 1977, com o LP "Feito em casa". Antônio Adolfo nasceu em 1947 no Rio de Janeiro. Oriundo de um lar musical, começou a estudar música cedo e já no início dos anos 1960 frequentou os ambientes do jazz e bossa nova do Rio de Janeiro. Em 1964 montou o Trio 3-D, acompanhando o musical "Pobre Menina Rica", de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra. Participou como compositor dos festivais de música popular, obtendo sucesso com "Sá Marina" em 1968 e em 1969 com "Juliana" (parceria com Tibério Gaspar), interpretada pelo grupo A Brazuca, do qual fez parte. Com o parceiro Tibério, venceu em 1970 o V FIC com "BR-3", interpretada por Tony Tornado e Trio Ternura. Nos anos 1970 estudou e tocou nos Estados Unidos, influenciado pelo jazz.

Neste segundo LP "Encontro musical", de 1978, Antônio Adolfo traz temas instrumentais e canções interpretadas por Erasmo Carlos, Joyce e Málu.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Prelúdio em dó menor 

domingo, 16 de abril de 2017

Sílabas - 2001 - Suzana Salles



1 - As Sílabas
Luis Tatit
2 - Xangô 
Chico César - Suzana Salles
3 - O Velho Francisco
Chico Buarque
4 - Foi Boto, Sinhá 
Waldemar Henrique - Antônio Tavernard
5 - Die Sieben Todsünden 
Kurt Weill - Bertold Brecht
6 - 50 Ways To Leave Your Lover 
Paul Simon
7 - Paraíso Eu 
Arnaldo Antunes
8 - La luna é bella 
Ná Ozzetti - Suzana Salles
9 - Certeza é ilusão 
Paulo Padilha
10 - Para ver as meninas
Paulinho da Viola
11 - Valsa dos olhos costurados 
Lincoln Antônio - Marcelo Mota Monteiro
12 - Helena 
Galvão Frade

Músicos:
Lincon Antônio - Chico Saraiva - André Magualhães - Toninho Ferraguitti - Celso Barros - Ligeirinho - Thomas Rohrer

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"A cantora Suzana Salles lança seu terceiro CD As Sílabas, pela Dabliú Discos, resultado do trabalho em parceria com os músicos Chico Saraiva e Lincoln Antonio. A idéia foi fazer um CD que mantivesse na base, a sonoridade original do trio, isto é, voz, vilão e piano.

O repertório foi selecionado ao longo de diversos shows realizados, nos últimos três anos, por todo o Brasil. Reúne desde um clássico do cancioneiro brasileiro, Foi Boto, Sinhá! (W.Henrique / A.Tavernard), canções de grandes nomes da MPB, tais como O velho Francisco, de Chico Buarque, Para ver as meninas, de Paulinho da Viola e a faixa-título As Sílabas, de Luiz Tatit.

Suzana apostou também em novos talentos da nossa MPB, como Paulo Padilha, com a música Certeza é Ilusão, Galvão Frade, com Helena e no pianista Lincoln Antonio e Marcelo Motta Monteiro, com Valsa dos Olhos Costurados, todos compositores paulistas.

As Sílabas traz ainda as inéditas, Paraíso Eu (Arnaldo Antunes), La Luna é Bella (N.Ozzetti / S.Salles) e Xangô (C.César / S.Salles) e, uma constante nos CDs de Suzana, Os sete pecados capitais, de Brecht e Weill e Fifty ways to leave your lover, de Paul Simon. O resultado surpreende pela unidade, a partir de repertório tão abrangente e diversificado. A produção musical é de André Magalhães."
Fonte

Destaco a Valsa dos olhos costurados, "arrigobarnabeniana", bela, triste e torta como as traças gostam.

O Homem Traça diz: ROAM!


La luna é bella 

Matança do porco - 1973 - Som Imaginário


01 - Armina
Wagner Tiso
02 - A3
Wagner Tiso
03 - Armina (Vinheta)
Wagner Tiso
04 - A No 2
Wagner Tiso
05 - A Matança do Porco
Wagner Tiso
06 - Armina (Vinheta 2)
Wagner Tiso
07 - Bolero
Wagner Tiso - Robertinho - L. Alves - Tavito - Milton Nascimento
08 - Mar Azul
Wagner Tiso - Luiz Alves
09 - Armina (Vinheta 3)
Wagner Tiso

Participações especiais:
Golden Boys - Milton Nascimento - Orquestra Odeon

Músicos:
Wagner Tiso - Frederiko - Tavito - Luiz Carlos - Robertinho - Danilo Caymmi - Chiquito - Chico Batera

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Terceiro e último LP do Som Imaginário, marcado positivamente pela batuta de Wagner Tiso.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

A Matança do Porco

Wagner Tiso - 1982 - Toca Brasil (Arraial das Candongas)






01 - Balão
Wagner Tiso - Luiz Alves - Kledir Ramil 
02 - Toca Brasil
Wagner Tiso 
03 - Chuva De Agosto
Nivaldo Orneles 
04 - Nascimento
Wagner Tiso 
05 - Comunhão
Milton Nascimento 
06 - Arraial Das Candongas
Wagner Tiso 
07 - À Nova Estrela No2 
Wagner Tiso 
08 - Joana
Wagner Tiso 



Participações especiais:

Milton Nascimento - Viva Voz (Ary Sperling - João Rebouças - Belva Reed - Luciana Medeiros -Soraya Nunes - Bia Paes Leme)


Músicos

Luiz Alves - Nilson Matta - Zeca Assumpção - Jaques Morelenbaum - Paulo Braga - Robertinho Silva - Ricardo Silveira - Nenê - Robertinho Silva - Wagner Tiso - Mauro Senise - Nivaldo Ornelas - Viva Voz

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Embora a capa não ajude muito, pois é bem básica (pra dizer o mínimo), o som que esse LP traz é dos mais criativos. Mesmo a regravação de À Nova Estrela - cujos registros anteriores podem ser encontrados em gravações do Som Imaginário no LP de 1971 (Posições) e no LP de 1973 (Matança do Porco, com o nome de A No 2) - tem um arranjo num patamar elevado.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

À Nova Estrela No2

domingo, 26 de março de 2017

Nana Caymmi - 1979


01 - Sem fim 
Novelli - Cacaso
02 - Depois do natal
João Donato - Lisyas Enio
03 - Clube da Esquina nº 2
Milton Nascimento - Lô Borges - Márcio Borges
04 - No analices 
Claudio Cartier - Paulo Feital
05 - Amargura 
Radamé Gnatalli
06 - Pra não chorar 
Sérgio Natureza - Tunai
07 - Palavras 
Gonzaga Jr
08 - Nossa dança 
Danilo Caymmi - Ana Terra
09 - Contrato de separação
Dominguinhos - Anastácia
10 - Patrulhando (Masmorra) 
João Bosco - Aldir Blanc - Paulo Emílio
11 - Formicida, corda e flor (O último bolero) 
Rosa Passos - Fernando Oliveira
12 - Denúncia vazia
João Bosco - Aldir Blanc

Músicos
Novelli - Toninho Horta - João Donato - Danilo Caymmi - Wanda Eichbauer - Pareschi - Vital Daltro - Pachoal Perrotta - Aizik Geller - Carlos Eduardo - Walter Hack - José Lana - Virgílio Arraes - Carlos Hack - Marcelo Pompeo - Arlindo Penteado - Frederich Sthephany - Marcos Nissensom - Márcio Mallard - Macedo - Marcio - Alceu A. Reis - Lúcio - Atelisa - Macedo - Faini - Luiz Carlos - Thomas - Svab - Pirulito - Toninho - Penteado - Roberto Silva - Dominguinhos - Luiz Alves - Jorginho - Jaime - Darcy - Niltinho - João Bosco

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Belíssimo LP com capa dupla e um time de primeira dando suporte às 12 canções que o recheiam. Aqui, com boleros, valsinha e balada, Nana dá o seu recado para os amores que insistem em se construir e demolir no tempo.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Denúncia vazia

Nana - 1977 - Nana Caymmi


01 - Dona Olímpia
Toninho Horta - Ronaldo Bastos
02 - Milagre 
Dorival Caymmi
03 - Perdoa, meu Amor 
Georges Moran - J.G. de Araújo Jorge
04 - O que se sabe de cor
Fernando Leporace
05 - Falam de mim 
Noel Rosa de Oliveira - Eden Silva - Anibal Silva
06 - Soneto a Mamá
Joan Manuel Serrat
07 - Fingidor
Sueli Costa
08 - Cais
Milton Nascimento - Ronaldo Bastos
09 - Se queres saber
Peterpan
10 - Meu menino
Danilo Caymmi - Ana Terra 
11 - Não há lugar
Ivan Lins - Gilson Peranzzetta - Vitor Martins
12 - Modinha
Antônio Carlos Jobim - Vinícius de Moraes

Participação especial
Dorival Caymmi

Músicos
Dory Caymmi - João Donato - Ivan Lins - Toninho Horta - Novelli - Nelson Ângelo - Luiz Alves - Roberto Silva - Chico Batera - Ariovaldo - Giancarlo Pareschi - Pesach Nissebaum - Jorge Faini- Alfredo Vidal - Álvaro Vetere - José Dias de Lana - João Daltro de Almeida - Walter Hack - Virgílio Arraes - José Alves - Carlos Hack - Marcelo Pompeo - Aizik Geller - Arlindo Penteado - Nelson Macedo - Frederich Sthephany - Marcos Nissensom - Márcio Mallard - Alceu A. Reis - Iberê Gomes Grosso - Georgio Bariola - Peter Dauelsberg - Danilo Caymmi - Celso Porta Woltzenlogel - Nicolino Copia - Zdnek Swab - Luiz Candido - Brás Limonge - José Botelho

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Esse é o quinto LP da brilhante carreira de Nana Caymmi, a qual se iniciou em 1960 ao lado do pai. 
Nana tem formação em canto lírico, gravou o sue primeiro LP solo em 1965 e possui uma das mais valiosas vozes da música popular brasileira. Seu estilo transita entre a música brasileira e o jazz, tem em seu repertório canções com letras tristas e melodias cortantes.

Nessa fase de sua carreira, meados dos anos 1970, há uma interlocução muito próxima com a sonoridade do Clube da Esquina. Por isso temos aqui os primeiros registros de "Dona Olímpia" com letra de Ronaldo Bastos (antes instrumental) e "Meu menino", que ganharam maior notoriedade no LP duplo do Clube da Esquina número 2.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Meu menino

Língua de Trapo - 1982

Postagem original: 08/05/2013


1 - Burrice precoce 
Laert Sarrumor
2 - Reguí spiritual 
Laert Sarrumor
3 - Tragédia afrodisíaca 
Carlos Melo - Guca Domênico
4 - Xote bandeiroso 
Laert Sarrumor
5 - Concheta 
Carlos Melo - Cassiano Roda
6 - Xingu disco
Carlos Melo - Laert Sarrumor
7 - O que é isso companheiro
Guca Domênico - João Lucas
8 - Vampiro S.A.
Laert Sarrumor
9 - Romance em Angra 
Guca Domênico - Laert Sarrumor
10 - Quem ama não mata 
Guca Domênico
11 - Vinheta invertida 

Músicos
Laert - Guca - Domenico - Pituco - Carlos Castelo - Lizoel Costa - Luiz Lucas - João Lucas - Fernando Marconi - Ademir Urbina - Sérgio Gama

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Esse é um dos mais hilários grupos que mistura música e humor que já conheci. Desde os idos 1979, atuam sem o glamour da grande mídia e seguem com sua língua ácida. Esse disco é o primeiro, traz canções que podem ser tomadas por clássicos das rodas de violões e ganidos de bares e fogueiras habitados por "jovens alternativos" dos anos 80 e 90. Hoje, os jovens de idade avançada, rebeldes por natureza, ainda entoam "Vampiro S.A." para acalentar cada carta de aviso prévio de uma longa coleção de ex-empregos.

O Homem Traça diz: ROAM!


Vampiro S.A.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Premeditando o Breque - 1981

Postagem original: 07/10/2008


1 - Essa é a verdade
Mário Biafra - Wandi Doratiotto
2 - Conflito de gerações
Wandi Doratiotto
3 - Brigando na Lua
Mário Biafra
4 - Marana
Mário Biafra - Wandi Doratiotto
5 - Marcha da kombi
Wandi Doratiotto
6 - Feijoada total
Premeditando o Breque
7 - Samba absurdo
Mário Biafra
8 - A Esperança é a última que morre
Wandi Doratiotto
9 - Nunca
Marcelo Galbetti - Mário Biafra - Wandi Doratiotto
10 -Choro
Marcelo Galbetti
11 - Gosto Também Se Discute
Wandi Doratiotto
12 - Luisa
L. Robin - R. Whiting - Vrs. Igor - Vrs. Mário Biafra
13 - Fim de Semana
Wandi Doratiotto

Bônus na edição em CD
14 - Antwort
Mário Augusto Haydar e Wanderley Doratiotto

Músicos
Marcelo (Antônio Marcelo Galberti)
Igor (Igor Lintz Maués)

Wandy (Wanderley Doratiotto)
Claus (Claus Erik Petersen)
Biafra (Mário Augusto Aydar)


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"O grupo destacou-se desde o início tanto pelas letras irreverentes e bem-humoradas quanto pela qualidade musical, baseada em arranjos sofisticados, fundindo MPB, chorinho, rock e até mesmo música erudita.

Já em 1979, o samba-de-breque Brigando na Lua era premiado com o segundo lugar no 1º Festival Universitário de Música Popular Brasileira. No ano seguinte, o grupo começaria a se celebrizar em apresentações no teatro Lira Paulistana - um reduto da música independente paulista de então -, ao lado de nomes igualmente emergentes da cena musical paulista como Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Grupo Rumo.

Em 1981, o grupo lançou seu primeiro disco "Premeditando o Breque", conseguindo notoriedade no meio universitário e intelectual. E logo em seguida, em 1982, a banda chegou à etapa final do festival MPB Shell, promovido pela Rede Globo. A música apresentada no Maracanãzinho lotado foi "O Destino assim o Quis" ou, simplesmente "Lencinho", como ficou conhecida. O maior sucesso do repertório, contudo, viria em 1984, no LP "Quase Lindo". Trata-se da canção São Paulo, São Paulo, uma divertida referência a New York, New York, mas adaptada à capital paulista. A música foi sucesso nas rádios, sobretudo em São Paulo, e levou o grupo a se apresentar em diversos programas de televisão. Outra música que ficou conhecida do grupo foi Lua de Mel em Cubatão, numa época em que Cubatão era considerada uma das mais poluídas cidades do mundo.

O grupo despertou o interesse de uma multinacional, a EMI, e a partir de lançou, em 1985 e 1986, dois LPs produzidos por Lulu Santos. Os discos não tiveram o mesmo sucesso dos anteriores, segundo alguns críticos, justamente pelo fato de terem na produção um carioca, a serviço de uma grande gravadora - dois fatores supostamente contraditórios com a proposta da banda.

Entre 1987 e 1991, o grupo cessou suas atividades, retomadas com o LP de 1991 "Alegria dos Homens" e, em 1996, com "Premê ao Vivo", agora em nova formação, que persiste até os dias de hoje. Em 2000, um novo show, batizado de "Brasil 500 anos", reavivou a atenção do público pelo grupo. Atualmente, o Premê continua na ativa, mas com shows esporádicos, quase sempre em São Paulo." (Fonte: Wikipédia)

A versão em CD desse LP, traz a faixa bônus Antwort, defendida por Paulinho Boca de Cantor no Festival de MPB da TV Tupi realizado em 1979. Destaco "Brigando na Lua", uma divertida canção que me faz lembrar de dois velhos amigos guacamoles, perseguirores de Miguelitos.

O Homem Traça diz: ROAM!



Brigando na Lua

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Visions of dawn - 1976 - Joyce


Postagem original: 12/02/2012


1 - Banana 
Joyce
2 - Clareana 
Mauricio Maestro - Joyce
3 - Metralhadeira
Mauricio Maestro - Joyce
4 - Nacional Kid 
Joyce
5 - Tudo Bonito 
Joyce
6 - Suite Parte 1
Memórias do Porvir
Mauricio Maestro
Suite Parte 2
Visões do Amanhecer 
Mauricio Maestro
Suite Parte 3
Carnavalzinho 
Maurico Maestro
8 - Jardim dos Deuses 
Mauricio Maestro
9 - Chegada 
Naná Vasconcelos

Músicos
Joyce - Rodolfo Stroeter - Tutty Moreno - Lula Galvão 

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Este é um disco sensacional da Joyce, acompanhada por Maurício Maestro e Naná Vasconcelos. Foi gravado em Paris em 1976 e esteve inédito no Brasil até 2010. É o tipo de patrimônio cultural que, não fosse a rede, não estaria por aqui.

O Homem Traça diz: ROAM!

   

Banana

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Onde o olhar não mira - 1976 - Bendegó

Postagem original: 24/04/2011



1- Onde o Olhar Não Mira 
Vermelho - Capenga - Zéca/Patinhas
2- Obrigado Bandida
Patinhas
3- Olhos de Fogo
Zéca - Capenga - Patinhas
4- Você e Tú
Gereba - Tuzé de Abreu
5- Tierra LLena Del Sol Y de Luna
Capenga - Zeca - Gereba - Patinhas
6- O Côco Louco
Capenga - Carlos Eladio
7- As Muié Santa de Canudos
Gereba - Patinhas
8- Além de Arembepe
Gereba - Capenga - Zéca - Patinhas
9- Palhas de Miljo
Capenga - Vermelho - Patinhas
10-O Arco Íris Trovejou 
Capenga - Patinhas
11-Dom Tapanatara
Gereba - Patinhas
12-Chamego do Vicente
Gereba - Patinhas

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Esse é o primeiro LP que ouvi do grupo, não sei se é por isso, mas considero-o a melhor obra.


O Homem Traça diz: ROAM!



Onde o olhar não mira

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Central do Brasil - 1998 - Antônio Pinto e Jaques Morelenbaum

Postagem original: 26/01/2007



1 - Central do Brasil
Antônio Pinto
2 - O trem
Antônio Pinto
3 - Toada e desafio
Capiba
4 - Sai, pirralho
Jaques Morelenbau
5 - Saída de trem
Antônio Pinto
6 - Atropelamento
Antônio Pinto
7 - Central
Antônio Pinto
8 - Insônia
Jaques Morelenbaum
9 - Toada e desafio (caminhão)
Capiba
10 - Conversa
Antônio Pinto
11 - Despedida
Antônio Pinto
12 - Toada e desafio (casa de Jesus)
Capiba
13 - Matinal
Antônio Pinto - Jaques Morelenbaum
14 - Toada e desafio (estrada)
Capiba
15 - Correio
Jaques Morelenbaum
16 - Porteira
Antônio Pinto
17 - Milagres
Autor desconhecido
18 - Toada e desafio (fotografia)
Capiba
19 - Vem comigo
Jaques Morelenbaum
20 - A carta de Dora
Antônio Pinto
21 - Preciso me encontrar
Candeia (canta Cartola)

Músicos
Jaques Morelenbaum - Cello

Antônio Pinto - Piano
Edu Morelenbaum - Piano
Marcos Suzano - Percussão
Siba - Rabeca
Luiz Brasil - Violão, Viola de 10 cordas e Bandolim

Orquestra
Violinos - Giancarlo Pareschi, João daltro de almeida, Bernardo Bessler, Michel Bessler, José Alves da Silva, Walter Hack, Ricardo amado, Paschoal Perrotta
Viola - marie Christine S. Bessler, Jesuína Passaroto
Cello - Marcio Mallard, Jorge Ranevsky
Contra-Baixo - Denner campolina
Regência, Orquestração e Arranjos - Jaques Morelenbaum e Antônio Pinto

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Assisti esse filme em 1998 e recentemente foi reapresentado na TV, na madrugada do dia 25 de dezembro. A família empanturrada da ceia de natal, já dormindo e eu ali vendo esse filme novamente...

Sei que é um filme meloso para muitos e chocante para outros, mas não vou entrar no mérito. Aqui o que me importa é minha experiência pessoal com o filme e sua trilha sonora. Só sei que depois de ver esse filme eu sempre choro (acreditem traças uma vez ou outra também choram). Na primeira vez foram 15 minutos de choro sem controle ao lado da sala de cinema!

A esperança do garoto em encontrar o pai, a comunicação falha pelas cartas e pelo analfabetismo, fizeram-me recordar dos longos períodos longe de meu falecido pai, que na época, escrevia cartas a mim, o primogênito, delegando responsabilidades e alimentando a esperança na base do "volto já".

As músicas da trilha mantêm o espírito da coisa, esperança, desespero, humanização e desumanização, são palavras que permeiam as melodias deixando-nos nostálgicos e com saudades da inocência que pegara o trem e jamais voltou.

O Homem Traça diz: ROAM!


   


Central do Brasil