quinta-feira, 14 de maio de 2020

O Jongo do Tamandaré - 2013 - V.A.


01 - Eu vou abrir meu canjue
02 - Quando eu saí lá de casa
03 - Eu saravo tamu grande
04 - Deixa engoma serenar
05 - Vovó pra que tuqé didá
06 - Ó mãe África vem lembrar seu cativeiro
07 - Meu cativeiro meu cativerá
08 - Papai não quer casca de coco no terreiro
09 - Engenho do Mané Lopes
10 - Quem quer comprar
11 - A moça tá usando saia lisa
12 - Mãe preta Mãe Preta Mãe Preta 
13 - Comprei um lençol que custou 7 milhão 
14 - Cerração nasce na serra
15 - Como é bonito passarinho carreá
16 - Papai me disse que eu podia carreá
17 - Padre nosso Ave Maria
18 - Meu boi barroso 
19 - É de Laura é de Laurita
20 - Quero me levantar na primeira cantará do Galo
21 - Ó lua nova que brilha lá no céu
22 - Ô Gerê
23 - Bate bate coração pode bater
24 - Foi na beira do mar que eu vi Ogum guerrear
25 - Sai da linha lesma
26 - O jongo tem mistério
27 - Estrela guia porque choras
28 - Me disseram que aqui tinha mato grosso
29 - Eu plantei café de meia 
30 - Eu sinto saudade de quem se foi
31 - Oi tambu oi tambu quando eu for embora 
32 - Acendi minhas candeias
33 - Olha a fumaça do cachimbo da vovó
34 - Saravá jongueiro velho
35 - O meu cachorrinho foi no mato caçar 
36 - Deixa cantar o bem-te-vi
37 - Segura o jongo criançada 
38 - Patrão me deu uma calça 
39 - Veado gaiero tá beirando o mar
40 - Segura o sapo que saiu lá da lagoa
41 - Pode mandar que eu espero
42 - Iaiá brinque com ioiô
43 - No saidô não embarca mais ninguém
44 - Clareou clareou clareou um novo dia
45 - Canário Zumba
46 - Adeus adeus povaria

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"O Jongo é uma das mais importantes formas de expressão cultural de comunidades afrodescendentes do sudeste do Brasil, tendo sido registrado como Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro em 2005. A tradição, que inclui tambores, canto, dança e poesia, é uma herança dos africanos de origem banto, trazidos de Angola e do Congo pelo tráfico escravo para trabalhar nas lavouras do Vale do Paraíba, principalmente na cultura do café. Em Guaratinguetá, enraizou-se no bairro Tamandaré, onde sua comunidade o preserva, transmitindo o conhecimento jongueiro de geração em geração. Em rodas como a do Tamandaré, ainda nos dias de hoje os jongueiros cantam para falar da sua comunidade, comentar a sua experiência cotidiana e lembrar da sua história e de seus personagens maiores. Assim, o Jongo representa para muitas comunidades negras do sudeste um importante espaço de diálogo, de resistência e de afirmação de valores comunitários e de identidades afro-brasileiras." (Fonte)

O Homem Traça diz: ROAM!

   

Mãe preta Mãe Preta Mãe Preta 

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